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	<title>Blog do Ylen &#187; Carnaval</title>
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		<title>Carnaval &#8211; A Festa da Obsessão Coletiva</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 21:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não gosto de fanatismos. Convivi grande parte de minha vida em um lar norteado pela religião dita <em>Evangélica</em>, ou mais popularmente conhecida como a Lei dos Crentes. Isso foi suficiente para me mostrar o quant0 é desagradável viver sob o guante do pensamento doentio e castrador do Fanatismo. Como boa religião fundamentalista, a religião sob o qual fui criado, não aceitava que houvesse mais nada no mundo certo.  Nem bom. Nem útil. Não está na Bíblia? É coisa de satanás! cuidado! Era o que mais comumente eu ouvia. As condenações eram quase sempre baseadas em questionáveis <em>interpretações </em>bíblicas.</p>
<div id="attachment_154" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-154" title="Carnaval - Obsessão Coletiva" src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2009/02/carnaval_bahia.jpg" alt="Carnaval - Obsessão Coletiva" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Carnaval - Obsessão Coletiva</p></div>
<p>E, sendo assim, acabei por optar em agir sempre com cautela toda vez que me aparecia a oportunidade de condenar o comportamento alheio.</p>
<p>Esse preâmbulo me parece oportuno em função do tema que escolhi para escrever hoje.</p>
<p>O Espiritismo, Doutrina que escolhi para vivenciar após analisar criteriosamente as suas respostas às minhas centenas de inquietantes perguntas, jamais condena.<br />
Não, o Espiritismo a nada condena. O Espiritismo esclarece.<br />
Uma vez esclarecido, consciente do que representa cada ato e a repercussão de suas consequências, é a própria pessoa que decide o que deve fazer.</p>
<p>Assim, o Espiritismo também não condena o Carnaval.<br />
Passemos então aos esclarecimentos sobre essa festa impressionante. E cada um decida por si.</p>
<p>Carnaval, em per si, significa a Carne nada vale.</p>
<p>É a festa da carne. Há uma explosão de alegria estimulada pelos excessos de álcool e temperada pelos excessos. Aproveita-se a festa para se brincar, pular até cair, beber até não se saber que é, e dar vazão à compulsão sexual seja lá com quem for que se lhe apresente interessante.</p>
<p>Ora, de tudo isso sabemos. O que há de novo?<br />
O que há de novo são os espíritos&#8230;</p>
<p>Já semanas antes do Carnaval, a Terra começa a ser invadida por milhares e milhares de espíritos trevosos,  perturbados, viciados e viciadores. A descrição feita por diversos amigos espirituais é perturbadora. A turba multa é de aspecto lamentável e repugnante. O quadro que se apresenta de entidades sofredoras mas crentes de que são apenas gozadoras dos prazeres e das luxúrias, é deveras doloroso.</p>
<p>Dizem os Espíritos Superiores que o nosso planeta é invadido pelas mais pesadas entidades que habitam as regiões tenebrosas da crosta terrestre.</p>
<p>Sendo assim, muitos crimes são engedrados para o período de Carnaval. Obsessões de amplitudes terríveis são executadas nos dias de gozo irresponsável e sinistros conluios entre encarnados e desencarnados são  consumados.</p>
<p>Ao participar de uma festa carnavalesca, sempre regada a bebida, agitação e sensualidade, tem o Espírita a compreensão que, ali, ele não se fará acompanhar dos seus amigos, mentores e protetores espirituais.</p>
<p>Não há novidades nisso. Eles têm mais o que fazer. Naturalmente nos aconselharão pela intuição para que não sigamos para a festa de Momo, mas temos o nosso livre arbítrio. É nossa a Decisão. Eles já tomaram as deles. Irão se dedicar a ajudar o próximo e continuar a trabalha na VInha do Pai. Se escolhemos o carnaval, estamos por nossa conta.</p>
<p>E, por nossa conta, adentramos o território dos espíritos obsessores e vampiros da sexualidade e da luxúria.</p>
<p>O resultado disso é, invariavelmente, arrastarmos par ao nosso psiquismo, por sintonia automática, entidades sofredoras e perturbardas e, por outro lado, por sintonia planejada, outras entidades que conosco têm algum vínculo de ódio.</p>
<p>Todas as casa espíritas têm conhecimento disso, notadamente as que trabalham com o tratamento da obsessão espiritual: Uma vez iniciado o ano, há sempre um número menor de participantes; após o carnaval, as casas repentinamente se enchem!</p>
<p>É a obsessão coletiva, plantada, semeada, adubada e florescida em pleno carnaval.</p>
<p>Muitas pessoas iniciam ali processos de Síndrome de Pânico, fobias, pesadelos recorrentes, desestruturação de personalidade, problemas no lar, exacerbação de tendências que nem eram tão fortes assim, tais como a álcoofilia, a sexofilia, e etc.</p>
<p>Muitas pessoas perdem a oportunidade de progredir espiritualmente, retardando as suas marchas evolutivas pro décadas, senão séculos, vitimados pela &#8216;necessidade&#8217; de brincar o seu carnaval.</p>
<p>O trabalho dos mentores espirituais para socorrer os alfitos de toda ordem, agredidos em suas tessituras espirituais por tais festas, é gigantesco. E doloroso.</p>
<p>Alguns dos piores casos de Obsessão, qual seja a subjugação (ou possessão), são originadas nos grupos de folia carnavalescas.</p>
<p>E, claro, como a imensa maioria das  pessoas sequer cogitam do mundo espiritual, jamais irão buscar o socorro nas Casas Espíritas. Como não há outros locais que tenham o conhecimento clarificador sobre os processos obsessivos, a pagtologia possui uma grande tendência a se instalar, crescer e vitimar, fatalmente, o invigilante folião.</p>
<p>A essa altura, os mais reticentes poderão alegar: Eu conheço pessoas que brincam carnaval a vinte ou trinta anos, e estão aí, felizes e fagueiras! Nada lhes acontece! Como você justifica isso?</p>
<p>Não justificamos. Não temos tempo pra isso.  Explicamos, através do Espiritismo o que ocorre. Cada um escolhe o seu caminho.</p>
<p>Como adendo, apenas uma coisa: Qual o seu conceito de felicidade?</p>
<p>Para as pessoas que se realizam, e só se realizam em festas tais quais as carnavalescas, ainda não é hora do Espiritismo tocar-lhes o coração. Rogamos apenas a Deus que elas continuem sem serem molestadas pelas trevas, ainda que tenhamos a plena consciência de que, a adentrar em um charco de lodo, fatalmente estaremos a braços com a podridão a grudar em nós.</p>
<p>Aos que compreendem o que é o Carnaval, apelamos para que elevem seus pensamentos em preces a Deus, por todos aqueles que padecem, ainda agora, as dolorosas consequências da Obsessão Coletiva.</p>
<p>Abraços do Ylen!</p>
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