Arquivo da Categoria “Patologias Espirituais”
Envolvido, ultimamente, em pesquisas sobre transtornos mentais e a visão do Espiritismo em tais casos, lembrei de minha infância. Morando em um bairro da periferia do Recife, posso dizer que ali, tínhamos praticamente um novo linguajar. Talvez até, em alguns casos, um dialeto. Palavras iguais tinham conotação diferente e palavras diferentes muitas vezes exprimiam as mesmas coisas.
Um desses casos envolvia o significado das palavras Louco, Maluco e Doido.
Para nós, Louco era o sujeito ousado, irresponsável com o perigo e que colocava a sua vida em risco. Algo como andar pelas ruas calmíssimas de nosso pacífico bairro após as 23 horas…
Maluco era o sujeito que não atentava com as suas responsabilidades, que vivia curtindo a vida, fazendo coisas engraçadas, chocantes, usava tatuagens, brincos, etc.
E D oido, bem, doido era o Roberto. Aliás, todos o conhecia pelo seu nome completo: O Doido Roberto. Filho de um casal que possuia 23 filhos, sobrevivendo de forma miraculosa em um estado de miséria lamentável, Roberto era um doido gente boa. Não falava coisa com coisa e quando falava, falava sozinho. Dialogava consigo, numa conversa que não cabia estranhos. Vagava o dia inteiro pelas ruas e portava uma saúde invejável no que tange ao corpo físico. Não consigo recordar se alguma vez o soube doente. Quase sempre alegre, prestativo, inofensivo, pacato mesmo, fazia parte da cultura de nossa rua. Quem não conhecia Roberto, o Doido, certamente era novato na área.
Mas, uma coisa chamou-me a atenção muitos anos após a minha saída daquele bairro. Cerca de 20 anos depois de tê-lo visto pela última vez, resolvi matar um pouco a saudade da infância e visitar os amigos que havia deixado.
Não encontrei muitos, é verdade. A maioria havia morrido. Assassinados das mais variadas formas. A violência nossa de cada havia levado muitos sonhos embora. Lembrei-me do filme Os Gritos do Silêncio, que tanto marcou minha infância-quase-adolescência. As ruas mudaram pouco e a miséria apenas permitiu a construção de casas de tijolos, sem acabamento. A sensação, inegavelmente, foi de aperto no peito.
De longe, avistei o Doido Roberto. Aproximei-me, desfrutando das lembranças que cada metro daquele chão me trazia, quando sou surpreendido com a voz clara e alegre:
- É Jair é? Eita, é Jair!! - E pulou de alegria, ao passo que me estendia a mão, com a inocência dos que não têm idade...
A atitude de Roberto me deixou surpreso. Mesmo!
Como podia ele, tão alheio, tão desligado, tão… Doido do juízo, identificar-me 20 anos depois? Eu havia crescido, aumentado de peso, modificado rosto, expressões, forma de pentear o cabelo…
Roberto era doido. Mas, eventualmente, era muito sensível. Como nesse caso, trazia à mente de forma vívida a alegria de reconhecer velhos amigos. Sim, amigos, porque sempre tive por ele o respeito da verdadeira compaixão. Pareceu-me muitas vezes, que ele não era doido completamente, e sim apenas parcialmente, como se ali estivesse aprisionado num corpo que apenas não funcionava muito bem.
Fiquei feliz em ser recepcionado com alegria pelo Doido Roberto…
Só mais tarde pude compreender isso melhor. Quando aprendi que há uma separação entre corpo e alma, foi que pude perceber tudo mais claramente.
Muitos espíritos que abusaram de sua capacidade intelectual, mental, acabam por optar (sim, optar, escolher) renascer em um corpo com debilidades mentais. Outros renascem compulsoriamente, por não apresentarem condições de escolha.De uma ou de outra forma, importa que temos assim a loucura proveniente de um cérebro com mal funcionamento, com lesões orgânicas, o que a medicina diagnostica facilmente através de exames adequados.
Entretanto, um dos grandes mistérios da psiquiatria e das ciências mentaisé esclarecer como pode um cérebro fucionalmente sadio, absolutamente normal do ponto de vista anátomo-funcional, ser portado por um louco?
A Psicologia, Psiquiatria, Fisiologia e Biologia certamente não o podem explicar. A miopia dos homens que acreditam que a Ciência deve curvar-se ao preconceito, imposto pelo materialismo, os impedem de investigar a causalidade dessas patologias. Investigar profundamente.
Muitos espíritos que não foram responsáveis com o seu patrimônio mental ou que levaram outros seres à loucura, ao desespero, ao extremo do sofrimento, acabam por danificar o seu próprio corpo espiritual.
Essa lesão impede o seu funcionamento correto,como é óbvio. Óbvio também que, uma vez reencarnado, mesmo recebendo um corpo plenamente sadio, oriundo da herança genética dos seus pais biológicos, este espírito reencarnante terá disfunções mentais.
E assim, temos uma pessoa com problemas mentais mesmo possuindo um cérebro perfeito. Enigma insolúvel da ciência materialista, engima resolvido com simplicidade pela Ciência Espírita.
Voltando ao Doido Roberto, queremos crer que o seu corpo físico, nesta encrarnação, está recebendo os fluidos deletérios do seu corpo espiritual, responsável pelo seu desequílibro mental e, oxalá, na próxima ele seja, apenas, Roberto.
E que tenhamos um profundo respeito por todos, que na atual encarnação, estão se submentendo à dura provação do reequilíbrio mental.
Abraços do Ylen!!
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Amigos, neste sábado, dia 01 de agosto de 2009, estaremos realizando uma palestra, com duas horas de duração, abordando o tema Transtornos Mentais & Obsessão.
O objetivo é esclarecer qual a visão espírita das patologias mentais. Em função do tempo, que não será muito longo, abordaremso apenas alguns tópicos específicos e a sua relação com a influência espiritual causada pelo processo da Obsessão Espiritual.
A palestra será no Recife, no Centro Espírita Amor e Caridade
Rua Dom Manoel da Costa, 433 – Torre (Por trás da Igreja da Torre)
Caso precisem de alguma informação sobre o evento, eis o meu Celular:
(81) 9258-3195
 Palestra Transtornos Mentais e Obsessão
Abraços do Ylen!
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Uma vez que definimos o que significa Obsessão Espiritual, vamos agora falar de como ela se origina e quais são as motivações que levam um espírito, comumente chamado de Obsessor, a perseguir alguém.
 Obsessão Espiritual: Quais são as suas origens e Motivações?
Há alguns anos, trabalhando em uma sala mediúnica, no Centro Espírita Caminhando para Jesus, na cidade do Recife, iniciamos um diálogo com um espírito que havia sido trazido pelos benfeitores espirituais da casa, para que tentassemos ajudá-lo.
Aquela noite era especialmente reservada ao tratamento da Desobsessão.
Desobsessão é o tratamento espiritual e material, realizado nas casas espíritas, visando ajudar não só o sofredor encarnado mas, também, o sofredor desencarnado, chamado obsessor, também merecedor da misericórdia do Pai Celestial.
O irmão que estava à nossa frente mostrava-se irritado, revoltado e arredio. Entretanto, graças à intuição de nossos amigos espirituais, sentimos que havia cansaço naquela criatura. Cansaço de tanta luta e perseguição. E foi por ai que começamos o diálogo, perguntando:
- Amigo, há quanto tempo você está perseguindo essa pessoa? – Perguntei.
- Não sei. Não tenho a menor idéia. Faz muito tempo. Quando eu morro, ele me persegue. Ai, quando eu morro, ele reencarna, e ai é a minha vez!
- Compreendo. Mas, tente lembrar-se o ano em que tudo isso começou, considerando que estamos em 2001 (foi essa a época desse relato).
Ajudado pelos amigos espirituais, e com grande dificuldade, após algum tempo ele falou:
- Outubro. Outubro. Outubro de 1278!…
-Amigo, você está preso nessa luta inglória há mais de 700 anos! Será que já não basta!? Estamos em setembro de 2001…
- A informação causou-lhe grande choque. Após alguns minutos de reflexões, aceitou a ajuda dos trabalhadores da casa que o conduziram a uma colõnia espiritual, encerrando assim, uma obsessão secular.
E o motivo?
Ele já não sabia…
Relatamos essa história como ilustração do que queremos dizer:
- Muitas obsessões podem durar séculos.
- Muitas obsessões se originam por traições: entre amigos, desertores de seitas, mulheres infiéis, maridos que enganam suas esposas. Nesses casos, os espíritos que se sentem traídos buscam, através do tempo, vingar-se de suas traidores me dolorosos processos de perseguição.
- Obsessões também se iniciam por humilhações. Quantos chefes, gerentes e donos de empresas, valendo-se da bobagem de uma situação hieráquica de poder, sempre passageiro, não humilham seus comandados, seus empregados?
São os humilhados de hoje que, infelizemente, acabam algumas vezes, por tornarem-se os obsessores de amanhã.
- Obsessões também têm origem no sexo desvairado, em cumplices de vicios, em seres enlouquecidos pela paixão, acreditando que AMAM determinada pessoa e ela o pertence.
A obsessão causada pelo “amor” enlouquecido é tão terrível e angustiante quanto aquelas causadas pelo ódio.
Enfim, na gênese, na origem da obsessão espiritual, há sempre alguém que sentiu agredido, roubado, traído, humilhado ou até mesmo preterido. Esse ser, sentindo-se vitimado busca vingança. E mais intensa e covarde é a vingança quando a criatura desencarna, por que já não pode mais ser visto e assim, pode perturbar, influenciar, agredir, sem que se de conta de sua nefasta presença.
É por isso que reafirmamos: Quando a humanidade compreender que há uma vida espiritual, que não morremos e, principalmente, continuamos interagindo com a vida física, mesmo após a morte, a Medicina irá revolucionar os seus tratamentos e o nosso planeta poderá avançar um pouco mais, na direção de seu progresso na equaão celeste, diminuindo a dor e promovendo a alegria, verdadeira, e estimulando o progresso e a bondade dos homens, em nosso planetinha tão difícil.
Que nos ampare Jesus, O Médico de nossas almas. A nós, os seus pacientes em recuperação.
Abraços do Ylen!
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Publicado por Ylen Asor e arquivado em Obsessão, Patologias Espirituais, tags: Allan Kardec, ansiedade, Depressão, Espiritismo, Impaciência, Influência Espiritual, Nervosismo, Obsessão, Obsessão Espiritual
 Obsessão Espiritual - O que é isso?
Uma das contribuições mais importantes do Espiritismo à Humanidade, sem nenhuma dúvida, foi o esclarecimento de que existe um fator, de enorme influência sobre os seres humanos, chamado Obsessão Espiritual.
A Obsessão Espiritual é a influência que os espíritos exercem sobre os seres humanos. Bem, como os espíritos também são seres humanos, nós, espíritas, preferimos designar as pessoas que estão vivendo neste planeta, e usando um corpo carnal, um corpo de carne, de Encarnados.
Assim, nós somos seres encarnados e os espíritos, seres Desencarnados, pelo motivo óbvio de não usarem um corpo de carne…
Dessa forma, podemos melhorar a nossa definição de obsessão, ficando assim:
Obsessão Espiritual é a influência que os espíritos exercem sobre os encarnados.
Essa influência manifesta-se de dezenas, centenas de maneiras diferentes. Algumas vezes, o obsediado,isto é, a pessoa que está sendo influenciada, passa a sentir mal-estar físico, muitas vezes dores de cabeça, indisposição, irritação sem motivos aparentes ou impaciência, de curtas durações.
Outras vezes, essa influência passa a se prolongar, ou intensificar-se. Muitas enxaquecas, quando não têm causas orgânicas, físicas, detectáveis, são causadas pela presença agressora de espíritos obsessores.
O que era apenas um irritação momentânea passa afetar o comportamento da pessoa, alterando até mesmo o seu sistema nervoso. Não raro, o obsediado passa a valer-se de medicamentos calmantes, ansiolíticos (para amenizar a ansiedade) e outras drogas prescritas por médicos que “diagnosticam” o problema: Estresse…
Sob o nome de Estresse, que é de fato uma doença do mundo moderno, esconde-se muitas vezes, uma infinidade influenciações espirituais.
A obsessão espiritual não afeta, apenas, o sistema emocional dos encarnados. Muitas vezes essa influência estende-se ao corpo físico, gerando dolorosos processos de impossível diagnóstico pela medicina materialista, dita científica.
Podem ser causadas por Obsessão Espiritual: Alergias, Inflamações articulares, descalcificações ósseas, câncer, tuberculose, necroses, depressão (em um número impressionante de casos), idéias suicidas, diarréias, vômitos, sangramentos, estrangulamento da vesícula, disfunções eréteis (no homem), frigidez (na mulher), etc.
Dentre as moléstias citadas acima, merece especial atenção a Depressão. Milhões de pessoas em nosso planeta Terra sofrem dessa terrível patologia, representando um enorme desafio à medicina, uma vez que pouco se sabe, ainda, como ela nasce e, principalmente, qual o meio realmente eficaz de curar um paciente depressivo.
O Espiritismo tem muito a ajudar a Humanidade neste campo, uma vez que explica, de forma clara e sem margem a duvidas, o fator causal das depressões ditas “sem causas orgânicas”. É a obsessão espiritual responsável por grande parte da depressão no mundo, uma vez que os maus espíritos perturbam o funcionamento das conexões sinápticas do sistema nervoso, impedindo o seu funcionamento correto e dificultando a produção de serotonina, dopamina e outros neurotransmissores. Dessa forma, carente de elementos mentais vitais, o obsediado passa a apresentar apatias, desinteresse, desmotivação e, inúmeras vezes, infuenciado pela presença maléfica dos maus espíritos, agredindo-o contínua e impiedosa, passa a alimentar idéias suicidas, sendo levado a acreditar que esse seria o caminho para “acabar” com aquele sofrimento.
Antes de concluirmos este post/artigo, precisamos dizer que o melhor remédio para combater a influência dos maus espíritos, a Obsessão Espiritual, é a prece a Deus e o exercício da caridade, o auxílio no limite das forças, aos nossos semelhantes necessitados de ajuda. Agindo dessa forma, o obsediado passará a gerar um campo magnético que anulará a ação dos maus espíritos, ao passo em que atrai a simpatia dos bons amigos espirituais para nos ajudar a nos defendermos do mal.
Como o objetivo deste blog é o de esclarecermos, da forma mais didática possível, a realidade do mundo espiritual, continuaremos nos próximos artigos a abordagem sobre a obsessão espiritual, falando sobre suas origens, mecanismos de atuação e as formas de tratamento preconizadas por Allan Kardec, o Codificador, o Organizador, do Espiritismo.
Você tem dúvidas? Envie seus comentários (abaixo)
Abraços do Ylen!
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 Internet Celestial
Uma boa parte das pessoas têm dificuldade de compreender que os espíritos são iguais a nós. Ou melhor, os espíritos somos nós mesmos, apenas sem o uso do corpo físico.
Não é pelo fato de morrermos, ou melhor, nos desligarmos do corpo físico, que nos transformaremos em pessoas melhores, ou piores, nem muito menos seremos anjos apenas por termos “morrido”.
A vida continua, há vida antes do nascimento e após o decesso do corpo físico. Continuaremos com nossas aptidões e interesses.
Não nos tornaremos seres alheios ou desconectados da vida, nem daqueles a quem amamos. Continuamos existindo, aprendendo, estudando e servindo. Dito isto, é hora da comentarmos algo simples mas muito interessante, principalmente para aqueles a quem me referi no primeiro parágrafo deste texto:
Estávamos em uma simples momento de prece, reunidos, quando um querido amigo, espírito, que era médico em sua última encarnação e continua exercendo a sua vocação no além,apresentou-se. Referiu-se ele à alteração de determinada glândula de uma das pessoas presentes, que estava com o seu funcionamento alterado, causando-lhe complicações de vária ordem.
Após aconselhar que evitasse a ingestão de refrigerantes, notadamente aqueles feitos à base de Cola, recomendou a utlização de um determinado medicamento, alertando: Veja se encontra, porque existe.
Resolvemos então procurar nas farmácias e drogarias, resultando nossa busca em nada. Aliás, ninguém nem sabia que medicamento era aquele.
Recorremos à Web e, como esperávamos, encontramos o medicamento à venda em apenas um único site e, para não deixar nenhuma dúvida quanto à prescrição, lá estava anotado:
“Esse medicamento tem excelente utilização no reequilibrio da glândula tal…”
Fico me perguntando: Como será a Internet no “lado de lá?”…
Abraços do Ylen!
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Curiosamente, após ter escrito o último post sobre a agressão sofrida por um médium por um espírito, me deparei com a situação que irei relatar agora:

Uma pessoa próxima, de meu círculo de relacionamento familiar, começou a queixar-se de uma dor de cabeça muito forte que havia começado um aou duas horas atrás. A dor estava aumentando e incomodando tanto que ela já estava acreditando que tratava-se de uma enxaqueca.
Perguntamos se ela poderia descrever a dor que sentia, já que tínhamos o intuito de ajudar, seja verificando a possibilidade de ministrar algum analgésico ou mesmo fazendo uma prece, caso se tratasse de algo com origem espiritual.
A resposta não ajudou muito já que ela disse apenas que a dor era muito forte e predominantemente de um lado da cabeça, apenas.
Oferecemos um analgésico mas ela sugeriu a aplicação de um passe magnético, primeiro. Assentimos e assim procedemos.
Antes de aplicarmos o passe, que nesses casos deve ser dispersivo para, justamente, dispersar quaisquer acúmulos fluídicos, fizemos uma prece. Procedimento natural já que, dessa forma, podemos pdir a ajuda dos bons espíritos que se interessam por nós e trabalham no Bem, auxiliando indistintamente quantos possam ou precisem de sua ajuda.
Não havíamos concluído a prece quando a moça nos deu a entender que havia um espírito ali e que ela iria permitir que ele se expressasse. Concordamos e aguardamos o que estava por vir, confiantes em Deus e nos bons espíritos.
O espírito que se apresentou estava tremendamente perturbado, agitado, inquieto e mal abriu a boca já tentou nos agredir verbalmente com palavrões. Respondemos em tom firme que não permitiríamos que ele procedesse daquela forma e que respeitasse o ambiente em que estava. Ele não gostou mas, de qualquer forma, não voltou a fazê-lo.
Passamos então a nos preocuparmos com o seu estado de saúde. pareceu-nos óbvio que a dor de cabeça que a paciente estava sentindo tinha origem na influência que aquele espírito, ele sim com forte dor de cabeça, estava transmitindo.
O seu nome é Geraldo. A situação logo se esclareceu, ao menos para nós, uma vez que ele não compreendia, sequer, que o seu corpo de carne já havia falecido.
Resumidamente, eis a sua história: Geraldo era dado a farras e usava algum tipo de substância que alterava a sua percepção da realidade. Não sabemos se usava drogas, especificamente, ou se a causa era a bebida alcoólica exagerada. Não importa. Importa que ele possuia um automóvel e foi dentro desse automóvel que ele desencarnou, após um acidente de trânsito.
Ocorre que a família da paciente, sem jamais poder imaginar, adquiriu esse mesmo veículo que, após reparado, estava á venda em uma concessionária.
Interessante notar que a moça (ou médium ou paciente, como queiram), havia percebido que quase toda vez que entrava nesse tal veículo, tinha sensações desagradáveis, incômodas e, até mesmo, dores de cabeça.
Uma vez ue havíamos compreendido a situação, com tato e paciência, buscamos ajudá-lo. Primeiro, direcionamos energias magnéticas para ele, buscando ajuda espiritual para aliviar sua forte dor de cabeça. Graças ao trabalho da equipe espiritual, conseguimos.
O segundo passo foi tentar conscientizá-lo, caso isso não representasse um choque grande demais para ele. Não foi muito fácil. Procuramos mostrar-lhe que a perturbação e confusão que sentia era decorrente da situação.
Aos poucos, ele passou a relatar que estava vendo um corpo na “geladeira” (do IML). E perguntou: Então eu morri? - Não, respondi. O seu corpo morreu. Você está vivo, aqui, falando comigo.
Neste instante, pela misericórdia Divina, tivemos a intuição de perguntar por sua mãe. Ele reagiu de forma ríspida: - Deixe a minha mãe fora disso, viu? – Respondeu-me.
Esclareci que não tinha a intenção de ofendê-la. Apenas de lembrá-lo da imagem de alguém que o amava. Em poucos minutos, espontanêamente, ele relatou que a sua mãe estava ali.
E, tão naturalmente como chegou, partiu. Acompanhado por sua mãezinha e por amigos espirtuais rumo a um hospital no plano espiritual, para que pudesse se refazer do perído de tanto sofrimento e perturbação.
E quanto à paciente?
Levantou-se e disse: Simplesmente, passou. Não sinto mais nenhuma dor de cabeça.
Ah! se os médicos deste planeta levassem em conta o mundo espiritual em seus diagnósticos, quantos casos de patologias inexplicadas não seriam solucionadas…
Que nos abençoe Jesus, O Terapeuta de nossas vidas.
Abraços do Ylen.
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Distantes da percepção de que os espíritos realmente influem em nossas vidas, encharcados pelas mensagens diárias de imediatismo, de consumismo, de falsas promessas de se obter felicidade através da compra de um carro novo ou de um apartamento em um bairro chique, acreditando-se que a vida resume-se à vida material, muitos não conseguem compreender, ou aceitar, que os espíritos influem em nosso cotidiano de forma muito mais material do que acreditam ser possível.
Nas casas espíritas é relativamente comum nos depararmos com pessoas que apresentam patologias, muitas vezes, refratárias a medicamentos e tratamentos adequados para o problema.
Essas pessoas, ao fazerem o tratamento espírita (sempre em conjunto com o tratamento médico material, essa é a nossa recomendação) , inúmeras vezes vêem a moléstia desaparecer.
Dentre os inúmeros casos que tivemos oportunidade de acompanhar, ressaltamos este:
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Um dos mais angustiantes transtornos mentais, a Síndrome de Pânico, tem acometido milhares de pessoas e se tornado um verdadeiro enigma para a classe médica. As suas causas não estão esclarecidas e, para complicar ainda mais a situação do paciente, não há consenso também sobre
os sintomas.
Os próprios pacientes relatam que, de uma hora para outra, começaram a ficar com medo. Medo de morrer, principalmente. Mas também medo de ficar doente, de sufocar, de ficar sozinha. Medo de tudo. E de todos. Também há as visões. O mundo escurece. Objetos e construções tremem, dão a impressão que vão cair sobre a pessoa. Há uma descarga intensa de adrenalina, o suor fica gélido e as extremidades também esfriam. O desespero toma conta da pessoa sem que se encontre qualquer motivo aparente para isso. Essa não é uma lista completa de todos os sintomas da Síndrome, certamente. Mas abrange os mais comuns.
Naõ há medicação específica para a doença e os tratamentos disponíveis não são efetivos em 100% dos casos.
Temos acompanhado vários casos assim.
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