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O que é uma Casa Espírita Bem Orientada?

Identificar uma casa espírita bem orientada é extremamente simples: Uma casa espírita bem orientada é aquela que segue as orientações deixadas por Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo.
Essas orientações estão acessíveis a todo mundo, através dos livros escritos por ele e que trazem as orientações, esclarecimentos e recomendações dadas pelos espíritos superiores.
Nestas casas, encontraremos o exercício do amor e do perdão conforme tão claramente pregado e exemplificado por Jesus.

Os livros que são tidos como a base do Espiritismo, são:

  1. O Livro dos Espíritos
  2. O Evangelho Segundo O Espiritismo
  3. O Livro dos Médiuns
  4. O Céu e o Inferno
  5. A Gênese.

Uma casa espírita, ou um centro espírita, bem orientado guia-se pelo exercício da Caridade e da fraternidade, sempre.

Eis alguns pontos característicos de uma casa espírita voltada ao bem, ao amor e à caridade:

  • Simplicidade – Qualquer instituição que busque exemplificar os ensinos de Jesus mantém a simplicidade como marca características de suas ações. O Cristo agiu de forma sempre clara e simples, tornando os seus ensinamentos acessíveis a todos, notadamente aos menos letrados.
  • Caridade – Uma casa espírita verdadeiramente tudo faz em nome da caridade, buscando auxiliar e ajudar a todos que a ela acorrem, sem jamais cobrar ou impor quaisquer condições para o auxílio.
  • Respeito às outras religiões – O Espiritismo talvez seja a única doutrina do mundo que não se preocupa em aumentar a sua quantidade seguidores.  Todos que buscam o Espiritismo, independente de suas religiões, nele encontram conforto e apoio para suas dores e, em nenhum momento, necessitam largar as suas religiões. Caso venham a fazê-lo será pela força da lógica espírita e jamais por exigência desta.
  • Prudência – Uma casa espírita também é regida pela prudência e, jamais, irá prometer curas ou solução imediata de problemas a quem quer que seja. Ao contrário, nela os seus freqüentadores serão informados que tudo passa, tudo tem solução, sim, mas desde que a pessoa faça a sua parte que consiste na realização de sua reforma íntima, na melhora do seu comportamento, e no exercício do perdão, aplicado ao exercício da caridade.
  • Silêncio e equilíbrio – As tarefas de uma casa espírita são sempre executadas com equilíbrio, preservando-se o mais que se possa o silêncio, facilitando assim um clima de tranqüilidade e reflexão em todas as suas atividades.
  • Ausência de rituais – O Espiritismo não adota nenhum ritual, sendo sempre guiado pela lógica e o  encadeamento racional dos fatos. Cânticos, maneiras condicionadas de cantar, banhos, velas, imagens, etc., nada disso, absolutamente nada tem a ver com o Espiritismo e jamais será encontrada qualquer dessas coisas em um centro espírita bem orientado.
  • Gratuidade – O Espiritismo segue a máxima do Cristo: “Daí de graça o que de graça recebestes”. Portanto, em hipótese alguma, o freqüentador de uma casa espírita bem orientada precisará pagar por qualquer auxílio recebido. Uma casa espírita mantêm-se da colaboração e doação voluntária de seus membros e, eventualmente, do dinheiro arrecadado com a venda de livros espíritas.
    Caso você queira ajudar a uma casa espírita então informe-se como fazê-lo, associando-se ao seu quadro de mantenedores ou doadores.

Podemos definir uma casa espírita bem orientada com palavras bem resumidas e extremamente abrangentes:
Uma casa espírita bem orientada é aquela que pratica os ensinamentos de Jesus, imitando o mais possível a sua simplicidade e amor”.

Caso você tenha alguma dúvida sobre este assunto, deixe o seu comentário abaixo que teremos imenso prazer em responder.

Abraços do Ylen!

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Cada reencarnação uma nova oportunidade de progresso

Cada reencarnação uma nova oportunidade de progresso

Começamos a vida terrestre, a cada nova encarnação, trazendo nos refolhos de nosso íntimo, a alegria e o propósito firme de cumprirmos, integralmente, os planos traçados no plano espiritual.

Isso é fácil de compreender:
Ao sermos criados por Deus, informam-nos os bons espíritos em O Livro dos Espíritos, somos simples e ignorantes. E, acrescentaríamos, somos dotados de uma fatalidade: Evoluir. Dessa forma, lenta, mas sempre progressivamente, sem jamais retrogradar, nós vamos aprendendo, adquirindo conhecimentos, dilatando sentimentos e avançando em moralidade e espiritualidade.

Em nossa caminhada evolutiva, estamos submetidos à Lei de Ação e Reação. Esta Lei Divina estabelece que somos livres para agir e tomar decisões, dentro da amplitude de nosso livre arbítrio. Entretanto, esta mesma Lei estabelece que as reações de nossas ações retornem para nós. Sempre!

Falando de outra forma: A plantação é livre, mas a colheita é obrigatória.

A Preparação no plano espiritual

Dessa forma, após desencarnarmos, passamos um bom tempo no plano espiritual, onde somos conduzidos a  refletir e analisar, cuidadosamente as nossas falhas e os pontos que nos levaram a errar, tanto conosco, quanto a prejudicar os nossos irmãos, com as nossas atitudes.

Como decorrência natural dessa análise, nossos mentores espirituais estabelecem em concordância conosco, os nossos compromissos e débitos que deverão ser saldados em nossa nova encarnação.

E, assim, como dizíamos no começo, trazemos em nosso íntimo, em nosso subconsciente, as idéias, vagamente delineadas, é verdade, de nossa missão na Terra.

Teoricamente, é simples. Basta nos concentrarmos em fazer o bem, cultivarmos a prece e a humildade, nos lançarmos ao estudo e ao trabalho. Agindo assim, a vida por força poderosa e automática da Lei de Ação e Reação, nos apresentará as oportunidades que necessitamos para nos capacitarmos nas tarefas programadas.

Mas… Como é raro essa atitude em nosso meio.

O mais comum é nos intoxicarmos com os venenos da vaidade, acreditando que somos seres especiais de alguma sorte, e afastando de nosso raio de ação as possibilidades de progresso, tão cuidadosamente ofertadas por nossos amigos espirituais.

Outras vezes, mudamos drasticamente o valor que as coisas têm e passamos a pagar um alto preço por tolices e mimos materiais, enquanto desprezamos a fome, a dor e o sofrimento de nossos irmãos que tantas vezes inundam as calçadas de nossa estrada.

Há situações em que fazemos as coisas pela metade. Justamente a metade menos importante do trabalho… às vezes penso que essa é uma das mais perigosas situações, porque nos cremos trabalhadores ativos do bem, muitas vezes porque damos um pão a um desgraçado que nos bate à porta, ou porque contribuímos mensalmente com um orfanato. E assim, vamos anestesiando a nossa consciência… como se fosse possível reparar os erros que comentemos em centenas e centenas de reencarnações apenas dando um pão com manteiga a um pedinte, de vez em quando.

Dois casos

Narro aqui dois casos, apenas a título de ilustração do que queremos dizer:

Anos atrás, estávamos em uma concessionária esperando que dois rapazes terminassem de lavar e lustrar um veículo muito bonito e muito caro. Naturalmente, o dono de tal veículo tinha um condição social e financeira altíssima. Era exatamente isso que pensavam os dois lavadores, comentando entre si a possibilidade de receberem uma boa gorjeta e, assim, pagarem os seus almoços, haja visto que já passava algumas horas do meio-dia e, pelo que pude apreender, estavam com fome e sem dinheiro para comer…

Minutos depois, consternado, ouço o seguinte diálogo:
- Doutor, demos uma boa caprichada no seu veiculo. Gostou?
- Ah! Sim. Ficou muito bom.
- Doutor, o senhor poderia dar uns trocados para gente almoçar?
- Ah! Amigo, desculpe. Não posso! É que  estou quebrado.

Fiquei surpreso com a atitude do ‘doutor’ mas não tanto como fiquei com a reação dos dois trabalhadores, que logo que se viram a sós, explodiram numa gargalhada e falaram entre si:
- “Cumpádi”, se esse cara com um carrão desses, tá quebrado… imagina eu que num tenho nem dinheiro pra almoçar!!

Essa imagem ficou em nossa mente durante longo tempo, trazendo-nos a reflexão:
Quantos de nós recebemos a prosperidade material numa encarnação, como instrumento para nossa evolução através do auxílio aos que estão à nossa volta, todo o tempo, passando por infortúnios ocultos e… “Esquecemos” solenemente as nossas promessas espirituais.

A segunda história está relatada em o livro Tormentos da Obsessão, escrito pelo querido Manoel Philomeno de Miranda e psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco:

Livro Tormentos da Obsessão

Livro Tormentos da Obsessão

Sob o capítulo “A Consciência Respeitável”, está narrada a história de uma senhora que foi aquinhoada com a riqueza material, contraiu núpcias com devotado trabalhador espírita e passou a exercer a mediunidade da qual era portadora. Tendo visitado um grande e dedicado tarefeiro espírita, também médium, este orientou-a, sob a inspiração de abnegados amigos espirituais, a construírem um lar espírita em que pudessem abrigar e socorrer as crianças e os infelizes que clamavam por socorro e amparo em nossas cidades.
Não era necessário que o digno benfeitor esclarecesse a ela o quanto era importante para a sua própria elevação espiritual e resgate de seus débitos, a execução de tal empreendimento.

A referida senhora aceitou de bom grado a tarefa e dispôs-se a executá-la!…

Ocorre que passou, intimamente, a julgar-se detentora de honrarias especiais visto a envergadura dos espíritos que a aconselhavam…

O passo seguinte foi dedicar-se com excesso de zelo e desnecessário cuidado com detalhes de diminuta relevância, atrasando assim, sucessivamente, a construção do prédio que deveria abrigar os necessitados. A coisa tomou tal dimensão, por acreditar ela que a obra deveria ser espetacular (provavelmente para ficar á altura de sua mediunidade), que após muitos anos, desencarnou, sem que sequer, a obra tivesse sido concluída e, o que é pior, sem que nenhum dos milhares de necessitados de seu amparo, pudesse ser ajudados…

Esqueceu, a querida médium, que o Bem pede pressa e dispensa floreios.

E nós?

Abraços do Ylen!

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rab_clip_image015Há mais de 30 anos, a ciência vem estudando as chamadas EQMs, ou Experiências de Quase Morte. O fenômeno é descrito por pessoas que estiveram em situações graves que envolviam paradas respiratórias, ou estado de coma profundo.

Como se sabe, o nosso cérebro não suporta mais do que pouquíssimos minutos sem oxigenação, sob o risco de graves e irreversíveis lesões. Ocorre que crianças, adultos, jovens, idosos, homens e mulheres, de quaisquer credos religiosos ou vinculações políticas, relatam uma série de fenômenos que, de acordo com a nossa percepção de tempo, consumiriam horas para que fossem vivenciado completamente, enquanto tais pessoas, em sua maioria, ficaram apenas alguns poucos minutos sem batimento cardíaco.

Há, na maioria das vezes, um padrão de fenômenos que são relatados por tais pessoas. A maioria descreve:

  1. Ter saído do seu corpo físico e ser atraída por uma luz forte, brilhante e muito agradável
  2. Passar por um túnel de luz
  3. Encontrar um ou mais seres de luz que os conhecia profundamente, sabia de todos os seus defeitos e erros e, não obstante, os amava profundamente, sem os criticar jamais
  4. Rever toda a sua vida, diante de seus olhos, desde os menores acontecimentos do dia-a-dia, até os sentimentos que suas atitudes causaram nas outras pessoas
  5. Receber informações dos seres de luz sobre a sua missão na Terra
  6. Ser convencido a voltar ao corpo físico,para completar a sua missão, o que a maioria das pessoas relata não quererem mas que acabam aceitando por entenderem ser mesmo necessário.

Nunca ouvi falar de uma pessoa que tivesse vivenciado, genuinamente, um Experiência de Quase Morte e não tenha se transformado profundamente, tornando-se uma pessoa melhor, mais amorosa e mais confiante na vida.

Foi por passar por uma experiência não de EQM, mas de saída do corpo físico, que deixei de professar a religião dos meus pais e, mais tarde, me tornar espírita.

eqmTalvez esse relato seja útil para alguém que lê este Blog do Ylen, e é em função disso que a descrevo, rapidamente:

Aos 17 anos, creio eu, morávamos em uma casa no Recife, que somando-se o calor do verão pernambucano a uma casa com pouca ventilação e telhas do tipo Brasilit, tornava as noites bem desconfortáveis, principalmente para quem não gostava de ventiladores, como eu. Como alternativa, eventualmente eu optava por dormir no terraço de nossa casa, que era muito mais arejado e ventilado.

Foi justamente numa dessas noites que o fenômeno ocorreu comigo. Creio que por volta das 03h00 eu despertei sentindo meu corpo ser percorrido por ondas de vibrações contínuas. A vibração era tão forte que eu me espantei de não estar no meio de um terremoto. Rapidamente tentei me levantar, ainda assustado, e percebi que não conseguia me mexer.

O susto logo se transformou em desespero e à medida que eu me agitava, menos me mexia e mais forte ficava a vibração que sentia. Isso durou cerca de um minuto, ao fim do qual eu finalmente consegui mexer a minha cabeça pro lado esquerdo.

Foi ai que o desespero se transformou em pavor. Ao mexer a minha cabeça pro  lado, vi que a cabeça do meu corpo continuava rígida, imóvel. Virei a cabeça pro outro lado, vi tudo que estava daquele lado e, ao mesmo tempo, via minha cabeça fixa, imóvel, voltada para o teto.

Naquele momento compreendi que estava morto. Me desesperei por ter morrido assim, de uma hora pra outra, sem mais nem menos, sem aviso, sem presságios, sem ter vivido o que achava que deveria.

Morrer, sem estar preparado, é muito desesperador. Me senti muito, muito  mal.

Mas a vibração não cedia e em meu desespero pus-me a gritar. Gritei desesperadamente por vários minutos, a plenos pulmões. O barulho que eu fazia era muito grande mas o som não saia por minha garganta.

Continuei gritando creio que, no total, por uns 3 a 4 longos, infindáveis minutos, até que finalmente algo que não sei explicar aconteceu, me senti acoplado ao corpo físico, e os meus gritos, ou melhor, os meus berros foram ouvidos pela casa toda. Não, pela vizinhança toda. Na verdade, acho que acordei a rua inteira…

Meus pais acordaram com meus gritos de socorro e, ao verem que não se tratava de ladrão ou algo assim, e recebendo meu relato atabalhoado de que me sentia ter morrido, resolveram fazer uma oração.

A oração que meus pais fizeram, notadamente a minha mãe, foi para repreender e afastar o diabo, que, segundo ela, estava querendo aprisionar o seu filho…

Não sei e o tal do diabo a que ela tanto se referia escutou sua repreensão, só sei que passei 3 meses sem que o fonômeno se repetisse…

… Três meses passados, assunto esquecido, resolvi dormir novamente no mesmo lugar. Foi ai que mudei minha maneira de encarar a vida, completamente.

Pela madrugada, novamente acordei sentindo  uma vibração impressionante percorrer o meu corpo e, ao tentar me levantar, o meu corpo físico permaneceu imóvel. Me mexi livremente mas o meu corpo permanecia ali, sem reação, como se nada tivesse comigo.

Dessa vez, reagi de forma completamente diferente. Ora, eu sabia que não havia morrido da primeira vez, então, provavelmente não morreria agora, então resolvi aproveitar pra entender aquilo.

Tendo o raciocínio claro, explorei o ambiente ao meu redor, deitei novamente, me levantei, me cerfiquei que não estava sonhando, que meu corpo estava ali e que eu não era o  meu corpo.

Pronto, isso me bastava. Eu não era o meu corpo e ali estava sobrevivendo sem ele. Isso só me dizia uma coisa: Existe vida além do corpo físico e, portanto, além da morte deste!

Senti o fenônemo esmaecer, deitei, senti o corpo reacoplar, e levantei-me.

Mais tarde, chamei meus pais, expliquei o que havia ocorrido e os fiz compreender que, a partir daquele momento, eu não mais fazia parte da religião deles, que pregava o Juízo final e o aniquilamento completo da vida após a morte do corpo físico.

Foi um choque pra eles. Algo que nunca aceitaram. Até hoje. O que é um pena.

Tempos depois, encontrei um grupo de pessoas que estudavam os fenômenos de Projeção do Corpo Astral, ou seja, a saída do corpo físico e, no grupo, me impressionou o relato de uma moça, originária de Garanhuns, que havia escapado por pouco de ser internada em um manicômio.  A sua “loucura” era relatar que saia do corpo e que via espíritos quando estava fora dele. Sorte sua ter encontrado o grupo de estudos sobre o tema. O manicômio perdeu uma cliente que, sendo sadia, certamente ali enlouqueceria.

Mais tarde conheci o Espiritismo e pude estudar com mais detalhes e aprofundamento o fenônemo que nem é tão raro assim, sendo comumente chamado pelo Espíritas de Desdobramento.

Como mensagem final, deixo o pedido para que tenhamos uma mente aberta para observarmos os fenômenos da vida sem idéias preconcebidas, com uma postura de estudo e de curiosidade sadia, para que possamos colher os frutos  que o Pai nos oferta e que podem transformar profundamente as nossas vidas.

Abaixo, um vídeo que aborda um pouco o fenômeno de EQM. (Caso o vídeo não funcione, clique no link abaixo:

http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=pesquisadores-investigam-a-experiencia-de-quasemorte-04023572C4C17346/user=65k9fo807g7i/date=2009-07-20&&list/type=tags/tags=16686/edFilter=all/


Abaços do Ylen!

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Como eu havia falado aqui, temos novidades no Blog do Ylen.

Eu sempre li muito. Muito mesmo! Acho fascinante a maravilhosa aventura que é saber, aprender, descobrir!

Houve uma época de minha vida que li dezenas de livros de Auto-ajuda. Não exagero se afirmar que li mais de cem livros sobre o assunto. E uma das idéias mais recorrentes desses livros é: Viva o agora!

Esqueça o passado, por que já passou. Esqueça o futuro, porque ainda não veio. Concentre-se no presente, porque esse é o seu verdadeiro Presente!

Lindo de se ler. Lindo de se dizer. Mas… nunca consegui fazer isso por mais do que algumas horas. Logo esquecia e voltava a encarar a vida com ansiedades e preocupações. E isso não é muito coerente se considerarmos a fantástica dimensão que o Espiritismo nos trasmite, quando demonstra que somos seres eternos.

1231836323ipgdmxBem, mas  nas últimas semanas, tenho vivido quase todos os dias com uma intensidade e um prazer maravilhosos!

É que decidi, finalmente, matricular-me em uma faculdade de Psicologia. E isso tem sido a experiência mais fascinante de minha vida!
Não raro, durante as aulas (que são à noite), eu me pego com uma deliciosa sensação íntima de prazer, de alegria, e de profunda gratidão a Deus por estar ali, naquela sala de aula, desfrutando daqueles momentos.
Ali, dentro da sala de aula do meu curso de Psicologia, eu sou o homem mais feliz do mundo. Poucas vezes fui tão feliz, me senti tão leve.

Nesses momentos, penso nas pessoas que amo, nos livros que leio, nos tantos temas que quero abordar neste blog, em Hipnose, Terapia de Vidas Passadas, Experiências de Quase Morte, Amor e Paz. Também me lembro de uma querida amiga, que está lutando de forma exemplar e exuberante com um câncer, sendo amparada com muito carinho por nossos amigos espirituais: a minha querida amiga Érica! 

E nesses momentos, sou invadindo por uma grande alegria e uma imensa confiança no futuro, certeza que tudo dará certo, sempre. Inúmeras vezes sinto a presença de nossos queridos amigos próximo de mim.

E você, tem conseguido viver intensamente a sua vida?

 

Abraços do Ylen!!

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Ylen AsorOlá amigos!
Hoje decidi que deveria fazer algumas mudanças neste blog, e quero compartilhá-las com vocês.

Quando criei este blog, há 2 anos atrás, meu objetivo era falar de espiritismo, abordando temas sob a ótica espírita. Eu também tinha a expecitativa de atualizá-lo com muita frequência, quiçá diariamente.

Bem… não tem sido bem assim. E isso estava me incomodando. Uma das coisas que notei, e gerando insatisfação pessoal, é que eu sempre acabava escrevendo com um ar, digamos, muito professoral. Muito distante de mim mesmo.
Claro, eu sempre procurava ser didático e explicar o mais detalhado possível as idéias espíritas. Isso tem seu mérito, porque uma vez ou outra, eu acabei conseguindo.
Eu quase nunca falava de mim, concentrando meus tópicos em assuntos muito distantes do meu mundo interno.

Decidi mudar isso. A partir de hoje, esse passa a ser meu blog pessoal.
Tem muita coisa acontecendo por aqui, dentro da minha cabeça, que eu quero compartilhar, dividir, jogar pro mundo. E receber de volta. E isso é uma das coisas mais gostosas de um blog.
Tenho recebido muitos comentários de pessoas que querem tirar dúvidas, agradecer, elogiar (tem uma meia dúzia de 20 que me xingam muito e dizem que eu vou pro inferno… mas, fazer o que, né?).

Quero falar de mim, de Espiritismo, de vidas após a morte, de vida antes da morte e de vida além da morte. Quero poder comentar o que vejo e dizer o que penso, o que aprendi enxergando a vida pelos olhos do espírito.
Espero que você goste.
Seja, então,muito bem vindo e muito bem vinda!

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