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	<title>Blog do Ylen &#187; Minhas recordações da mediunidade dos outros&#8230;</title>
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		<title>O Trabalhador mais importante do Centro Espírita</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 02:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Percepção Espírita]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma cidade de minha região, anos atrás, os mentores espirituais que coordenam todas as tarefas daquele centro espírita, emitiram um grave alerta: &#8220;- Faz-se necessário que a Direção da Instituição tome medidas urgentes, pois o trabalhador mais importante desta casa, em breve, precisará ausentar-se por uma semana, para resolver problemas particulares. Alertamos que, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma cidade de minha região, anos atrás, os mentores espirituais que coordenam todas as tarefas daquele centro espírita, emitiram um grave alerta:<br />
&#8220;<strong>- Faz-se necessário que a Direção da Instituição tome medidas urgentes, pois o trabalhador mais importante desta casa, em breve, precisará ausentar-se por uma semana, para resolver problemas particulares. Alertamos que, se nada for feito, teremos graves prejuízos na realização de nossas tarefas.&#8221;</strong> &#8211; Foi a mensagem dada pelos zelosos administradores espirituais.</p>
<p>O que se viu, a partir de então, foi uma das coisas mais curiosas que se poderia imaginar&#8230;</p>
<p>Em vez de se ocuparem imediatamente com a resolução do problema, a imensa maioria dos trabalhadores ficou pensando:<br />
Será que sou <strong>Eu </strong>o trabalhador mais importante desse Centro Espírita?<br />
Rapidamente, uma nuvem escura de vaidade e orgulho empestou todo o ambiente espiritual. Alguns já cuidaram de enumerar, mentalmente, as atribuições na casa, enquanto outros emocionavam-se com as lembranças dos anos vividos ali. Outros, ainda, se davam conta que talvez precisassem mesmo fazer aquela viagem à tia do primo de segundo grau do irmão de seu cunhado&#8230;</p>
<p>A notícia logo correu todos os departamentos da casa e um burburinho paralisante tomou todos os cantos da Instituição.</p>
<p>A diretoria da Casa, por sua vez, confessava-se impotente diante da situação. Afinal, quem seria o trabalhador mais importante dali?</p>
<p>A bem da verdade, a vaidade também tomou conta  de suas mentes, mas buscando manter um ar de mal comedida modéstia, diziam não saber quem seria o tal trabalhador&#8230; enquanto,  no íntimo, sonhavam com a aclamação dos demais trabalhadores a enaltecerem os seus valores&#8230;</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong>Uma multidão em atendimento</strong></span></h3>
<p>Aquele Centro Espírita fazia atendimentos 3 vezes por semana, notadamente tratando pacientes portadores de casos de obsessão espiritual, além de outros casos de saúde e de orientações as mais diversas. Cerca de 200 fichas  eram distribuídas a cada noite, proporcionando atendimentos individuais e a familiares,  além de outro tanto de espíritos que, encaminhados às salas mediúnicas, eram esclarecidos e amparados. O trabalho, a cada noite, era imenso nos dois planos da vida.</p>
<p>Duas semanas se passaram e nada foi feito. Afinal, comentava-se, os amigos espirituais foram imprecisos em suas afirmações. Especulava-se que o problema teria sido do médium que recebeu a comunicação, enquanto  outros afirmavam que o trabalhador mais importante da casa só não havia se tornado conhecido a todos porque a inveja dos demais não deixavam que ele fosse apontado, queixavam-se, legislando em causa própria&#8230;</p>
<p>Ao final do período, pareceu que nenhum trabalhador da casa havia faltado. Ao contrário, muitos que há tempos não compareciam ás suas tarefas, apressaram-se em reassumí-las. O fato é que poucas foram as vezes que aquela Casa contou com tantos trabalhadores de uma só vez.</p>
<p>Para não dizer que ninguém havia faltado,  o Seu Luiz, velho amigo nosso, nos confidenciara que mantivesse ele informado sobre o desfecho da situação. Ele precisaria ficar uns dias fora mas já havia avisado à diretoria da casa, com semanas de antecedência.</p>
<p>Seu Luiz é um bem humorado negro, de cerca de 70 anos de idade, dono de um fiteiro onde vende bombons e pipoca, em um bairro pobre da periferia. Tendo um lado inteiro do corpo paralisado e não alfabetizado, há muitos anos passou a entregar as fichas de atendimento às pessoas que chegavam para o tratamento, já que essa função era rejeitada por todos. também, o motivo era simples: O <strong>entregador de fichas</strong> tinha que chegar cerca de duas horas antes de todo mundo, para organizar as filas e receber as garrafas de água fluidificada, ficando até o final de todos os trabalhos para recolher as mesmas fichas e guardá-las na secretaria, para que no dia seguinte, tudo se repetisse.</p>
<p>Para Seu Luiz, aquela função era perfeita. Ele queria ajudar a Casa, mas não tinha  outra maneira. E ele amava fazer aquilo. Conversava com todos, simpático, fazendo amizades com hordas de desconhecidos noite após noite. Foi assim,inclusive, que nos tornamos amigos.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong>A tragédia anunciada&#8230;</strong></span></h3>
<p><a href="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/mulrtidao.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-535" title="mulrtidao" src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/mulrtidao.jpg" alt="" width="194" height="129" /></a>Aconteceu na Sexta-feira! Era dia de desobessão espiritual. Já, no portal, algumas pessoas discutiam alto e falavam palavras de baixo calão, disputando o direito de serem atendidas primeiro, sendo fortemente influenciadas por suas companhias espirituais. Mais adiante, uma multidão se algomerava em frente á sala de passe enquanto outros reclamavam da demora no atendimento. Outros não sabiam para onde se dirigir, nem o que fazer, já que estavam ali pela primeira vez. O barulho tomava conta da pequena construção. Alguns trabalhadores estavam irritados enquanto a maioria estavam desconcentrados, desarmonizados, incapacitados de entrar em sintonia com os amigos espirituais&#8230; aquilo estava um caos!</p>
<p>A noite demorou para terminar. Fora desgastante para todos. Quando os últimos trabalhadores ensaiavam deixar a Instituição, a mesma médium da comunicação anterior informou que os mentores da casa pediam uma reunião de emergência. Assim foi feito.<br />
A primeira pergunta feita ao Presidente do Centro, foi:<br />
<strong>- Querido irmão, cabia a você ter evitado os graves prejuízos desta noite. Nós alertamos. Agora, gostaríamos de saber por qual motivo não foi providenciado um substituto para o trabalhador mais importante desta Casa, o nosso querido Luiz?</strong></p>
<p>- Reza a lenda que o dirigente ficou uma semana procurando uma justificativa&#8230;</p>
<p>Essa pequena história, trazida à nossa mente por um querido espírito amigo, Japoaci, ilustra bem o quão andamos distante da prática, da internalização do Evangelho de Jesus em nossos corações. Inúmeras vezes nos alertou o Mestre Nazareno que os últimos seriam os primeiros, e que o maior na Terra será o menor nos Céus e que o menor na Terra será o Maior no Reino dos Céus.</p>
<p>Humildade, Amor e Caridade verdadeiras, praticadas no silêncio de nossos corações: Eis as nossas ferramentas de evolução.</p>
<p>Orgulho, vaidade e maledicência, praticadas em mancheias em todas as situações: Eis os intrumentos de nossa perdição.</p>
<p>Que nos ampare a todos o nosso Mestre Jesus,<br />
Médico de nossas almas.</p>
<p>Abraços do Ylen!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Minha Mãe morreu (ou Os Anjos vão para o Céu&#8230;)</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2010/03/13/minha-mae-morreu-ou-os-anjos-vao-para-o-ceu/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 19:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo que queria escrever este post. Na realidade, desde que eu criei este blog eu tenho essa intenção. Mas, como tempo é produto que anda escasso na prateleira da minha vida, vários meses já se passaram desde que o Blog do Ylen nasceu. Bem, vamos lá.A minha mãe foi a pessoa mais importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_345" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><a href="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/03/ojairmini.jpg"><img class="size-medium wp-image-345" title="Ylen Asor" src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/03/ojairmini-223x300.jpg" alt="Minha mãe morreu (ou Os anjos vão para o Céu!)" width="223" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ylen Asor</p></div>
<p>Há muito tempo que queria escrever este post. Na realidade, desde que eu criei este blog eu tenho essa intenção. Mas, como tempo é produto que anda escasso na prateleira da minha vida, vários meses já se passaram desde que o <a href="http://espirito.blog.br" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>Blog do Ylen</strong></span></a> nasceu.</p>
<p>Bem, vamos lá.A minha mãe foi a pessoa mais importante que já passou pela minha vida. Não por ser mãe, simplesmente (como se fosse possível juntar &#8220;<em>Mãe</em>&#8221; e &#8220;<em>Simplesmente</em>&#8220;&#8230;). Além de <span style="text-decoration: underline;"><strong>gerar</strong></span>-me em seu ventre e dar-me a vida, ela foi além&#8230; Ela também <strong><span style="text-decoration: underline;">salvou </span></strong>a minha vida.</p>
<p>Explico: até o meu primeiro ano de vida, fui socorrido, em média, uma vez por semana.  Pelos cálculos dos meus pais, fui atendido em hospitais, ambulatórios ou pelo farmacêutico do bairro, o querido Albuquerque, cerca de 47 vezes  antes de completar meu primeiro aniversário&#8230; se lembramos que um ano possui 52 semanas&#8230;</p>
<p>O fato é que nasci com um sistema imunológico muito debilitado. Convivi diariamente com tosse, bronquite, catarro, dor, cólica, diárreia, febre, frio, irritação, falta de apetite&#8230; e por aí vai. Para completar, não tínhamos quase nenhum recurso em nosso lar. Quase ninguém apostava que eu iria sobreviver. Diante da pobreza em que vivíamos, inúmeras vezes, os médicos viravam-se para a minha  e  afirmavam-lhe que iriam me internar&#8230;</p>
<p><strong><em>- Internar?! Meu filho??! Isso Nunca!!</em></strong></p>
<p>Essa sempre foi a reação de minha <strong>M</strong>ãe (porque Mãe se Escreve com letra maiúscula!).<br />
Sempre achei que ela não queria me deixar no hospital público. Talvez tivesse medo do descaso, da falta de condições do hospital para pessoas pobres, como nós. Sempre pensei isso.<br />
Mas, não era bem assim. Um dia, ela me disse: &#8220;<em>Sabe meu filho, eu nunca quis que lhe internassem porque eu tinha medo&#8230; medo que raspassem a sua cabeça e furassem ela pra colocar aquela sonda que eu via na cabeça das outras criancinhas. Era por isso que eu não permitia que ninguém lhe internasse</em>.&#8221;</p>
<p>Valeu, Mãe. Te devo mais essa.</p>
<p>(Minha cabeça já é achatada atrás. Imagina furada com um canudinho , ia parecer o quê? Um côco verde de beira de praia, no  mínimo.)</p>
<p>Passamos muita fome juntos. Mais de uma vez ela ficou sem comer pra gente poder almoçar.<br />
Meu Pai naquela época já estava perdendo a batalha para a bebida e ingeria aguardente pura, muitas vezes apenas para anestesiar a dor de uma úlcera que tinha, mas não sabia. Quando não havia cachaça, ele tomava um comprimido efervescente de <a href="http://www.bayerconsumer.com.br/html/images/upload/ccimagens/img_dest_alka_seltzer.jpg" target="_blank">Alka-setzer&#8230;</a></p>
<p>Aliás&#8230; eu nunca soube se ele adquiriu a úlcera estomacal em função do vício da bebida, ou se ele tornou-se um viciado justamente pelas dores causadas pela úlcera&#8230;</p>
<p>À essa época, minha Mãe já participava da &#8220;Lei de Crente&#8221;, frequentando a Igreja Assembléia de Deus. Inúmeras vezes eu a vi, ajoelhada no chão, chorando e orando a Deus, pedindo misericórdia e ajuda para o nosso lar. Ela sempre orou para que meu pai se convertesse à religião dela.</p>
<p>Foram 7 anos de oração. Mas, sabe, parece que as coisas só pioravam&#8230; A bebida tornava meu pai agressivo, distante, sofrido, autoritário,  desconexo, irritadiço&#8230; e magro. Muito magro. Lembro que meu velho chegar a pesar apenas 48 kilos (com a estatura de 1,70m)&#8230;<br />
Até que ele converteu-se&#8230;</p>
<p>E toda a nossa vida começou a mudar. Ele conseguiu largar a bebida e, após seis meses, deixou de fumar os 80 cigarros diários&#8230; Dedicou-se a estudar a bíblia e a orar. Ah! A força da oração em um lar!&#8230;</p>
<p>Aos poucos, com a casa harmonizada, começamos a prosperar um pouquinho&#8230; O alimento não faltava, e  o dinheiro já chegou até a sobrar de tal forma que, um dia, ele nos levou à feira do bairro em que morávamos, na periferia do Recife, e comprou-nos 5 roupas novas, uma para cada um dos filhos!!! O momento foi tão especial que, dois dias depois, registramos tudo  na fotografia  abaixo ( o  que foi um outro luxo, uma fotografia nossa!!)</p>
<div id="attachment_352" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/img001.jpg"><img class="size-medium wp-image-352" title="Felizes de roupas novas!" src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/img001-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Felizes de roupas novas!</p></div>
<p>Aos 13 anos, após acordar de um terrível pesadelo em que o mundo se consumia em chamas e eu era queimado vivo, decidi (??), para felicidade dos meus pais, converter-me à religião deles. Na verdade, como ouvia falar, dia e noite, do inferno, tive foi muito medo de ir pra lá&#8230;</p>
<p>Anos depois, após uma experiência em que eu saí do meu corpo físico, percebi que estava na hora de tomar outros caminhos, uma vez que, como pude perceber, eu permaneci vivo e lúcido mesmo sem o meu corpo físico. O nome disso, descobri mais tarde, é desdobramento, ou como dizem outros, projeção do corpo astral.</p>
<p>Mais alguns anos e descobri, finalmente, a Doutrina Espírita na qual  consegui respostas claras, lógicas e concisas para as minhas indagações.</p>
<p>Naturalmente, o fato de eu ter me tornado espírita, trouxe desapontamento para os meus pais, notadamente para a minha mãe, que, em seu desconhecimento, referia-se a ela como a Doutrina do Diabo&#8230;</p>
<p>Durante 8  longos anos, para minha tristeza, sofri a reprovação e a condenação de minha querida mãezinha, mas, convicto que a vida sobrevive ao corpo de carne após a morte, mantive as minhas posições.</p>
<p>Foi, então, que minha mãe morreu. Um infarto fulminante quando contava ela 50 anos de idade apenas. A nossa ligação era tão forte que, estando eu em Recife, a 1.900km de Vitória-ES, senti, na mesma hora, os mesmos sintomas de sufocamento e angústia respiratória que ela sentia lá, enquanto infartava&#8230;</p>
<p>Fui ao velório do seu corpo, mantendo-me, para surpresa de todos os meus familiares, extremamente calmo e serenado durante todo o tempo. Pude consolar o meu pai e aconselhar alguns irmãos.</p>
<p>Dois dias depois, já de volta a Recife,em minha casa, a mãe  de minha filha queixa-se que não consegue dormir e diz pressentir a presença de uma entidade em profunda aflição. Levantei-me e sugeri lermos o Evangelho Segundo o  Espiritismo e fazermos uma prece. Minutos depois, ela avisa:<br />
- É sua mãe!</p>
<p>- Por favor, permita que ela se comunique comigo &#8211; Eu pedi.</p>
<p>Eis então que sinto a presença de minha mãe em estado lamentável de inconformação e desespero, por ter sido colhida de forma surpreendente pela morte&#8230;</p>
<p>Inicio um carinhoso diálogo com a minha mãezinha querida, buscando serená-la e informá-la que já havia amigos espirituais nossos ali, ao seu lado, prontos a ajudá-la. Ela confirma a informação e descreve o querido amigo Irmão Antonio Lucas, como sendo um espírito de feições alemãs, alto, branco, forte e sorridente. Sempre serei grato a este amigo por tudo que fez em minha vida&#8230;</p>
<p>Um vez com a respiração mais acalmada, pergunto a ela, em tom de afirmação, de lembrança, de conscientização:<br />
- Mãe, a Vida continua, não é?<br />
- E  não é, meu filho!!!  &#8211; Diz-me ela entre soluços e risos.</p>
<p>Momentos depois, espontâneamente, ela me diz:<br />
- Meu filho, sabe quem veio me receber?<br />
- Não, mamãe, não sei. Quem veio lhe receber?<br />
- Vado, meu filho! Vadinho veio me receber!!!<br />
- Que bom, mamãe! E quem mais veio lhe receber ( pergunta desnecessária, ma na hora, nem me apercebi disso&#8230;)<br />
- Ah! Meu filho! Veio Vadinho e Zé Severino! &#8211; Respondeu ela.<br />
E sorrimos os dois, felizes!</p>
<p>Minha mãezinha querida foi então conduzida por nossos amigos espirituais, sendo acomodada em uma clínica hospitalar para refazer as forças ser melhor atendida.</p>
<p>Após a prece de profundo agradecimento a Deus pela benção do socorro à minha mãe através da mediunidade, foi a vez da médium perguntar-me:<br />
- Afinal, quem são os espíritos que vieram receber a sua mãe?<br />
- Eu não sei. Não tenho a mínima idéia! &#8211; Respondi, para surpresa dela.<br />
- Mas&#8230; me pareceu tão familiar! Achei que você sabia de quem se tratava.<br />
- Não. Nunca ouvi falar. Mas vou falar com os familiares da minha mãe. Certamente alguém deve conhecê-los. &#8211; Falei.</p>
<p>Foi o que fiz. Entrei em contato, primeiro  com o meu pai e os meus irmãos&#8230; péssima idéia, percebi logo. Dois deles se revoltaram contra mim, afirmando que isso era coisa do diabo e que nossa mãe merecia respeito, porque ela estava no céu, etc, etc, etc&#8230;</p>
<p>Bem, foi triste mas eu não podia esperar outra coisa deles, em função da curta visão que possuem da vida espiritual, imposta pela religião evangélica.</p>
<p>Falei com os irmãos de minha mãe e outros parentes, que também não conheciam os dois personagens que receberam minha mãe no plano espiritual.</p>
<p>Até,que finalmente, consegui falar com minha vozinha, mãe de minha mãe. Uma senhora negra de olhos verdes, analfabeta mas de falas diretas e de tez castigada pelo sol, por anos a fio no corte da cana-de-açúcar do agreste pernambucano.</p>
<p>- Vó, &#8211; perguntei &#8211; Eu falei com mamãe, três dias depois que ela morreu.  A senhora acredita?<br />
- Oxe! Claro que acredito meu filho. Sua mãe era &#8216;média&#8217; desde pequena. Mas depois se &#8216;enrabichou&#8217; na saia do padre até casar, e depois de casar, foi virar santa na &#8216;lei de crente&#8217;!<br />
- Pois bem, vó. Acontece que ela me disse que duas pessoas vieram receber ela no plano espiritual. Foram Vadinho e Zé Severino. A senhora conhece eles? Porque eu já perguntei a todo mundo e ninguém sabe quem é.<br />
- E num conheço, meu filho! Mas desse jeito ninguém nunca ia saber quem era ele. Acontece que o nome dele num é Vadinho. O nome dele é Ladislau! Só quem chamava ele de Vadinho era a sua mãe. Eles eram muito amigos. Ele era muito bom com todos. Vivia numa cadeira de rodas. Eu dizia que ela ia casar com ele quando crescesse porque os dois eram &#8216;unha e carne&#8217;!<br />
- Ah! Vó! Então tá explicado! Mas, quando foi que ele morreu?<br />
- Meu filho. Faz muito tempo. Ele morreu quando sua mãe tinha 14 anos.<br />
- Bem, Vó. Isso explica porque ninguém conhecia ele, já que a morte dele foi a 36 anos atrás&#8230;<br />
- Verdade, meu filho.<br />
- Vó, e Zé Severino?<br />
- Oxente, meu filho! E num é o pai dele? Mas,olhe, esse eu acho que está vivo, porque faz uns três anos que ele foi pras bandas do Rio de Janeiro&#8230;<br />
- Vózinha &#8211; disse eu &#8211; A essa altura, ele já bateu as botas há muito tempo! &#8211; E rimos os dois com a situação.</p>
<p>&#8212;&#8211;     ooooooOOOOOoooooo   &#8212;&#8212;-</p>
<p>Bem, amigos, espero que ao compartilhar isso com vocês neste blog, eu possa contribuir para consolar tantos de nós que perdemos entes queridos.</p>
<p>Saiba sempre de uma coisa: A morte não existe. A vida continua, sempre. A única coisa que ocorre é o desligamento do corpo físico, mas nossos parentes amados continuam a existir, a amar, a sentir e permanecem vivos. Sempre!</p>
<p>Abraços, do Ylen!</p>
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		</item>
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		<title>Espírito prescreve medicamento só localizado na&#8230; Internet.</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2008/10/14/espirito-prescreva-medicamento-so-localizado-na-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 16:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias Espirituais]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos do Além]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa parte das pessoas têm dificuldade de compreender que os espíritos são iguais a nós. Ou melhor, os espíritos somos nós mesmos, apenas sem o uso do corpo físico. Não é pelo fato de morrermos, ou melhor, nos desligarmos do corpo físico, que nos transformaremos em pessoas melhores, ou piores, nem muito menos seremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_129" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a href="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/10/cloud-computer.jpg"><img class="size-full wp-image-129" title="Internet Celestial" src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/10/cloud-computer.jpg" alt="Internet Celestial" width="192" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Internet Celestial</p></div>
<p>Uma boa parte das pessoas têm dificuldade de compreender que os espíritos são iguais a nós. Ou melhor, os espíritos somos nós mesmos, apenas sem o uso do corpo físico.</p>
<p>Não é pelo fato de morrermos, ou melhor, nos desligarmos do corpo físico, que nos transformaremos em pessoas melhores, ou piores, nem muito menos seremos anjos apenas por termos &#8220;morrido&#8221;.</p>
<p>A vida continua, há vida antes do nascimento e após o decesso do corpo físico. Continuaremos com nossas aptidões e interesses.</p>
<p>Não nos tornaremos seres alheios ou desconectados da vida, nem daqueles a quem amamos. Continuamos existindo, aprendendo, estudando e servindo. Dito isto, é hora da comentarmos algo simples mas muito interessante, principalmente para aqueles a quem me referi no primeiro parágrafo deste texto:</p>
<p>Estávamos em uma simples momento de prece, reunidos, quando um querido amigo, espírito, que era médico em sua última encarnação e continua exercendo a sua vocação no além,apresentou-se. Referiu-se ele à alteração de determinada glândula de uma das pessoas presentes, que estava com o seu funcionamento alterado, causando-lhe complicações de vária ordem.</p>
<p>Após aconselhar que evitasse a ingestão de refrigerantes, notadamente aqueles feitos à base de Cola, recomendou a utlização de um determinado medicamento, alertando: Veja se encontra, porque existe.</p>
<p>Resolvemos então procurar nas farmácias e drogarias, resultando nossa busca em nada. Aliás, ninguém nem sabia que medicamento era aquele.</p>
<p>Recorremos à Web e, como esperávamos, encontramos o medicamento à venda em apenas um único site e, para não deixar nenhuma dúvida quanto à prescrição, lá estava anotado:<br />
<span style="color: #993300;"><em>&#8220;Esse medicamento tem excelente utilização no reequilibrio da glândula tal&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p>Fico me perguntando: Como será a Internet no <strong><span style="color: #008000;"><em>&#8220;</em><em>lado de lá</em></span><span style="color: #008000;">?&#8221;</span></strong>&#8230;</p>
<p>Abraços do Ylen!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Jesus transformou água em vinho. E, aqui em casa, os Espíritos pegaram o vinho e&#8230; colocaram sal!</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2008/03/08/jesus-transformou-agua-em-vinho-e-aqui-em-casa-os-espiritos-pegaram-o-vinho-e-colocaram-sal/</link>
		<comments>http://espirito.blog.br/2008/03/08/jesus-transformou-agua-em-vinho-e-aqui-em-casa-os-espiritos-pegaram-o-vinho-e-colocaram-sal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 01:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Boa História...]]></category>
		<category><![CDATA[A Força da Prece]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômenos de Materialização]]></category>
		<category><![CDATA[O poder dos Espíritos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso você seja espírita há pelo menos 2 meses, certamente já ouviu falar em &#8220;Fenômenos de materialização&#8221;. Entretanto, para quem não sabe, os fenômenos de materialização ocorrem quando os espíritos, utilizando-se de energias, ou fluidos, de pessoas encarnadas, conseguem modificar as propriedades de determinada matéria. É através desse mecanismo, isto é, a combinação de fluidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/02/jair.jpg" alt="jair.jpg" align="left" />Caso você seja espírita há pelo menos 2 meses, certamente já ouviu falar em &#8220;Fenômenos de materialização&#8221;.</p>
<p>Entretanto, para quem não sabe, os fenômenos de materialização ocorrem quando os espíritos, utilizando-se de energias, ou fluidos, de pessoas encarnadas, conseguem modificar as propriedades de determinada matéria.</p>
<p>É através desse mecanismo, isto é, a combinação de fluidos de pessoas encarnadas com os seus próprios fluidos, aliada à vontade, que os espíritos muitas vezes se fazem visíveis, até mesmo, tangíveis.</p>
<p>Aqui mesmo, neste <a href="http://espirito.blog.br">Blog do Ylen</a>, <a href="http://espirito.blog.br/2007/05/31/desencarne-de-criancas-e-plano-espiritual-ou-guilhermo-o-fantasminha-brincalhao/" target="_blank">eu já relatei um caso desses</a>, tempos atrás.</p>
<p>Pois bem!<br />
Feita essa introdução e, claro, aconselhando a todos os que desejam maiores informações  a  lerem o maravilhoso Livro dos Médiuns, escrito por Allan Kardec, passo a comentar o episódio que dá título a esse post.</p>
<p>Há uma semana, um familiar passou alguns dias em nossa casa. Ela estava muito ansiosa pelo resultado de uma entrevista, para seleção de um projeto de ordem acadêmica, projeto esse que faz parte de seus mais belos sonhos profissionais.</p>
<p>Ocorre que, para surpresa e estupefação de todos, contrariando todas as possibilidades, ela não obteve a aprovação que tanto almejava.</p>
<p>Sofremos todos, é certo.</p>
<p>Ela, entretanto, ficou desolada.</p>
<p><img src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/03/vinho.jpg" alt="Fenômenos de Materialização" align="left" />É espírita. Estudiosa da Doutrina. Pessoa séria e extremamente correta em seu proceder. Mas, naquela noite&#8230;</p>
<p>Naquela noite, quando todos se recolheram aos seus aposentos para dormir, eis que recebo o seguinte pedido:<br />
&#8220;Você pode abrir essa garrafa de vinho pra mim? Não estou conseguindo&#8230;&#8221;</p>
<p>Confesso que fiquei constrangido. Sabia da sua desilusão. Compreendia claramente de que nada que eu dissesse, acerca de sua atitude, seria desconhecido dela.</p>
<p>Como não tinha, naturalmente, nenhuma ingerência sobre o seu proceder, optei por recusar, inicialmente, da forma mais delicada possível, ainda tentando falar-lhe o que ela já sabia.</p>
<p>Era uma tentativa de fuga, um desabafo, uma maneira de mostrar sua revolta.</p>
<p>Mas a bebida alcóolica, na quantidade mínima que for, é sempre uma grande porta aberta a espíritos viciados e dependentes.</p>
<p>Para piorar, ela possui uma mediunidade ostensiva&#8230;</p>
<p>Como eu mesmo já esperava, não tive muito sucesso.</p>
<p>Dada a sua insistência, vi-me, então, coagido a abrir-lhe a garrafa de vinho.</p>
<p>Restava-me torcer para que ela apenas bebesse, ficasse sonolenta, e fosse dormir.</p>
<p>Recolhi-me, confesso, inquieto. Preocupado.</p>
<p>Um bom tempo depois, já quando estava com muito sono, quase adormecendo, foi que me lembrei da prece.</p>
<p>Fiz uma prece a Deus e pedi aos bons espíritos que, se fosse possível, intuissem ela, convencessem, a não beber.</p>
<p>Pedi, enfim, para tentarem impedi-la de ingerir aquela garrafa de vinho, uma vez que não lhe traria nenhum bem, e muito menos resolveria o seu problema.</p>
<p>Adormeci.</p>
<p>Pela manhã, deparei-me com a garrafa de vinho, totalmente vazia, no balcão da cozinha.</p>
<p>É, pensei, Não deu.</p>
<p>Mas, qual não foi a minha surpresa, ao vê-la de pé, ao meu lado, me disparando a seguinte pergunta:</p>
<p>- Foi você, não foi?<br />
- Foi eu o quê,? &#8211; perguntei.<br />
- Foi você que colocou o sal no vinho, não foi?<br />
- Eu?!&#8230;<br />
Mal tinha dito isso e lembrei-me da prece aos bons espiritos para que a impedissem de beber.</p>
<p>Dei uma gostosa gargalhada. A situação era, pelo menos pra mim, muito engraçada.</p>
<p>Expliquei tudo a ela e certifiquei-lhe que não havia feito nada disso, o que ela já sabia, uma vez que apenas abri a garrafa de vinho e entreguei-lhe. Nada mais. Não havia como ter feito colocar sal dentro da garrafa sem que ela visse.<br />
O resto, não foi mesmo obra minha. Dessa vez, a culpa realmente era dos Espíritos&#8230;</p>
<p>Por fim, ela também riu da situação e compreendeu que os carinhosos amigos espirituais estavam cuidando dela, mesmo contra a sua vontade.</p>
<p>Pois é, amigos: Jesus transformou água em vinho e, aqui em casa, os Espíritos pegaram o vinho e&#8230; colocaram sal!</p>
<p>E ainda tem gente que:<br />
1 &#8211; Não acredita no poder da prece:<br />
2 &#8211; Não acredita que existam espíritos&#8230;</p>
<p>Abraços do Ylen!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Espíritos que usam nomes terríveis para amedrontar</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2008/02/27/espiritos-que-usam-nomes-terriveis-para-amedrontar/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 16:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[Equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[Harmonia]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Paciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucas semanas atrás, nos vimos envolvidos em uma emergência espiritual das mais graves. Uma mulher jovem, branca, cerca de 25 anos, estava urrando, gritando, quebrando as coisas ao seu redor e agredindo os seus familiares há vários dias (e noites&#8230;). Resolvemos nos oferecer para ajudar, caso quisessem, uma vez que sabíamos que aquilo era, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/02/mulher2.jpg" alt="mulher2.jpg" align="left" />Há poucas semanas atrás, nos vimos envolvidos em uma emergência espiritual das mais graves.</p>
<p>Uma mulher jovem, branca, cerca de 25 anos,  estava urrando, gritando, quebrando as coisas ao seu redor e agredindo os seus familiares há vários dias (e noites&#8230;).</p>
<p>Resolvemos nos oferecer para ajudar, caso quisessem, uma vez que sabíamos que aquilo era, com certeza, um ataque espiritual.</p>
<p>Procuramos agir com muita delicadeza, com muito tato, ao abordar aquela família. Não sabíamos como seríamos recebidos, muito menos se iriam aceitar o tipo de ajuda que tínhamos a oferecer, afinal, nem todo mundo aceita que existam espíritos (apesar de todos nós sermos).</p>
<p> <a href="http://espirito.blog.br/2008/02/27/espiritos-que-usam-nomes-terriveis-para-amedrontar/#more-107" class="more-link">Leia o resto deste Post &raquo;</a></p>
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		<title>A Vida continua. Sempre! (ou: O Marinheiro que só queria trabalhar)</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2007/12/10/a-vida-continua-sempre-ou-o-marinheiro-que-so-queria-trabalhar-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 19:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cerca de 3 dias, visitamos um casal amigo, muito simpático por sinal. Ela advogada, ele Marinheiro. Conversamos longamente sobre a vida no mar e o seu trabalho (ele é engenheiro de máquinas navais). A certa altura, ele começou a narrar um episódio ocorrido em sua vida, há cerca de quinze ou vinte anos atrás. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Há cerca de 3 dias, visitamos um casal amigo, muito simpático por sinal. Ela advogada, ele Marinheiro.<o></o></p>
<p class="MsoNormal">Conversamos longamente sobre a vida no mar e o seu trabalho (ele é engenheiro de <span> </span>máquinas navais). A certa altura, ele começou a narrar um episódio ocorrido em sua vida, há cerca de quinze ou vinte anos atrás.</p>
<p class="MsoNormal"><o> </o></p>
<p class="MsoNormal">Tratava-se de um naufrágio.<img src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2007/12/marinheiro.jpg" alt="marinheiro" align="left" /><o></o></p>
<p class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p>Ele vinha de Portugal para o Brasil, e, já próximo da Costa Brasileira, o Navio começou a naufragar. Contou-nos detalhes, desde a busca até o salvamento, horas depois. Não houve maiores consequências, além da perda do Navio, que aliás, estava no seguro.<o></o></p>
<p class="MsoNormal"><o> </o></p>
<p class="MsoNormal">Finda a visita, regressamos ao lar. A médium que estava conosco na ocasião da visita, relatou-nos no dia seguinte que não havia conseguido dormir direito na noite anterior. Acreditava haver arrastado alguma influência espiritual.<o></o></p>
<p class="MsoNormal"><o> </o></p>
<p class="MsoNormal">Mas, como esses episódios são comuns na vida dos médiuns, lembramos a oração e logo esquecemos o assunto.<o></o></p>
<p class="MsoNormal"><o> </o></p>
<p class="MsoNormal">Hoje pela manhã, a médium voltou a queixar-se. Buscamos então o método mais eficaz</p>
<p> <a href="http://espirito.blog.br/2007/12/10/a-vida-continua-sempre-ou-o-marinheiro-que-so-queria-trabalhar-2/#more-10" class="more-link">Leia o resto deste Post &raquo;</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Relato de Influências causadas por espíritos &#8211; Dores de cabeças e Alívio Instantâneo</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2007/09/21/relato-de-influencias-causadas-por-espiritos-dores-de-cabecas-e-alivio-instantaneo/</link>
		<comments>http://espirito.blog.br/2007/09/21/relato-de-influencias-causadas-por-espiritos-dores-de-cabecas-e-alivio-instantaneo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 15:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>
		<category><![CDATA[Patologias Espirituais]]></category>

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		<description><![CDATA[Curiosamente, após ter escrito o último post sobre a agressão sofrida por um médium por um espírito, me deparei com a situação que irei relatar agora: Uma pessoa próxima, de meu círculo de relacionamento familiar, começou a queixar-se de uma dor de cabeça muito forte que havia começado uma ou duas horas atrás. A dor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;">Curiosamente, após ter escrito o <a href="http://espirito.blog.br/13/09/2007/o-caso-do-medium-que-levou-uma-facada-de-um-espirito-mediuns-e-ataques-espirituais/">último post</a> sobre a agressão sofrida por um médium por um espírito, me deparei com a situação que irei relatar agora:<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><img title="Dor de cabeça causada pela influência de um espírito" src="http://www.disfuncaoatmestomatologia.com.br/imagens/foto_dor_de_cabeca.jpg" alt="Dor de cabeça causada pela influência de um espírito" width="199" height="163" /><p class="wp-caption-text">Dor de cabeça causada pela influência de um espírito</p></div>
<p>Uma pessoa próxima, de meu círculo de relacionamento familiar, começou a queixar-se de uma dor de cabeça muito forte que havia começado uma ou duas horas atrás.<br />
A dor estava aumentando e incomodando tanto que ela já estava acreditando que tratava-se de uma enxaqueca.</p>
<p>Perguntamos se  poderia descrever a dor que sentia, já que tínhamos o intuito de ajudar, seja verificando a possibilidade de ministrar algum analgésico ou mesmo fazendo uma prece, caso se tratasse de algo com origem espiritual.</p>
<p>A resposta não ajudou muito já que ela disse apenas que a dor era muito forte e predominantemente de um lado da cabeça, apenas.</p>
<p>Oferecemos um analgésico mas ela sugeriu a aplicação de um passe magnético, primeiro. Assentimos e assim procedemos.</p>
<p>Antes de aplicarmos o passe, que nesses casos deve ser dispersivo para, justamente, dispersar quaisquer acúmulos fluídicos, fizemos uma prece. Procedimento natural já que, dessa forma, podemos pdir a ajuda dos bons espíritos que se interessam por nós e trabalham no Bem, auxiliando indistintamente quantos possam ou precisem de sua ajuda.</p>
<p>Não havíamos concluído a prece quando a moça nos deu a entender que havia um espírito ali e que ela iria permitir que ele se expressasse. Concordamos e aguardamos o que estava por vir, confiantes em Deus e nos bons espíritos.</p>
<p>O espírito que se apresentou estava tremendamente perturbado, agitado, inquieto e, mal abriu a boca, já tentou nos agredir verbalmente com palavrões. Respondemos em tom firme que não permitiríamos que ele procedesse daquela forma e que respeitasse o ambiente em que estava.<br />
Ele não gostou mas, de qualquer forma, não voltou a fazê-lo.</p>
<p>Passamos então a nos preocuparmos com o seu estado de saúde. pareceu-nos óbvio que a dor de cabeça que a paciente estava sentindo tinha origem na influência que aquele espírito, ele sim com forte dor de cabeça, estava transmitindo.</p>
<p>O seu nome é Geraldo. A situação logo se esclareceu, ao menos para nós, uma vez que ele não compreendia, sequer, que o seu corpo de carne já havia falecido.</p>
<p>Resumidamente, eis a sua história:<br />
Geraldo era dado a farras e usava algum tipo de substância que alterava a sua percepção da realidade. Não sabemos se usava drogas, especificamente, ou se a causa era a bebida alcoólica exagerada. Não importa. Importa que ele possuia um automóvel e foi dentro desse automóvel que ele desencarnou, após um acidente de trânsito.</p>
<p>Ocorre que a família da paciente, sem jamais poder imaginar, adquiriu esse mesmo veículo que, após reparado, estava á venda em uma concessionária.</p>
<p>Interessante notar que a moça (ou médium ou paciente, como queiram), havia percebido que quase toda vez que entrava nesse tal veículo, tinha sensações desagradáveis, incômodas e, até mesmo, dores de cabeça.</p>
<p>Uma vez que havíamos compreendido a situação, com tato e paciência, buscamos ajudá-lo.<br />
Primeiro, direcionamos energias magnéticas para ele, buscando ajuda espiritual para aliviar sua forte dor de cabeça. Graças ao trabalho da equipe espiritual, conseguimos.</p>
<p>O segundo passo foi tentar conscientizá-lo, caso isso não representasse um choque grande demais para ele.<br />
Não foi muito fácil.<br />
Procuramos mostrar-lhe que a perturbação e confusão que sentia era decorrente da situação.</p>
<p>Aos poucos, ele passou a relatar que estava vendo um corpo na &#8220;<em>geladeira</em>&#8221; (do IML). E perguntou: Então eu morri?<br />
- Não, respondi. O seu corpo morreu. Você está vivo, aqui, falando comigo.</p>
<p>Neste instante, pela misericórdia Divina, tivemos a intuição de perguntar por sua mãe. Ele reagiu de forma ríspida:<br />
- Deixe a minha mãe fora disso, viu? &#8211; Respondeu-me.</p>
<p>Esclareci que não tinha  a intenção de ofendê-la. Apenas de lembrá-lo da imagem de alguém que o amava. Em poucos minutos, espontanêamente, ele relatou que a sua mãe estava ali.</p>
<p>E, tão naturalmente como chegou, partiu. Acompanhado por sua mãezinha e por amigos espirtuais rumo a um hospital no plano espiritual, para que pudesse se refazer do perído de tanto sofrimento e perturbação.</p>
<p>E quanto à paciente?</p>
<p>Levantou-se e disse:<br />
Simplesmente, passou. Não sinto mais nenhuma dor de cabeça.</p>
<p>Ah! se os médicos deste planeta levassem em conta o mundo espiritual em seus diagnósticos, quantos casos de patologias inexplicadas não seriam solucionadas&#8230;<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Que nos abençoe Jesus, O Terapeuta de nossas vidas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;">Abraços do Ylen.<br />
<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"><!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desencarne de Crianças e Plano Espiritual (ou Guilhermo, O Fantasminha Brincalhão)</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2007/05/31/desencarne-de-criancas-e-plano-espiritual-ou-guilhermo-o-fantasminha-brincalhao/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2007 19:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômenos de Materialização]]></category>
		<category><![CDATA[O poder dos Espíritos]]></category>
		<category><![CDATA[Ofantasminha brincalhão]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre me chamou a atenção a situação de crianças que desencarnam. Como elas reagem a isso? Há dor, sofrimento? E a saudade dos pais e dos familiares? As crianças compreendem que morreram, ou como preferimos dizer, compreendem que desencarnaram? O Espírito André Luiz psicografou, através das abençoadas mãos de Chico Xavier, alguns livros relatando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2008/03/crianca_sorrindo2.jpg" alt="crianca_sorrindo2.jpg" align="left" />Sempre me chamou a atenção a situação de crianças que desencarnam. Como elas reagem a isso? Há dor, sofrimento? E a saudade dos pais e dos familiares? As crianças compreendem que morreram, ou como preferimos dizer, compreendem que desencarnaram?</p>
<p>O Espírito André Luiz psicografou, através das abençoadas mãos de Chico Xavier, alguns livros relatando o mundo espiritual e sua experiência nesse mundo. Cita, em um deles, o caso de várias crianças que são cuidadas por um espírito feminino, de grande docilidade e que, mais tarde, fiquei sabendo tratar-se de Meimei, uma doce mulher que desencarnou em meados do século passado, muito nova.<br />
Para não me alongar muito, devo dizer que esse tema me veio a mente em função da lembrança de um episódio ocorrido comigo há alguns anos atrás, em minha casa.<br />
 <a href="http://espirito.blog.br/2007/05/31/desencarne-de-criancas-e-plano-espiritual-ou-guilhermo-o-fantasminha-brincalhao/#more-51" class="more-link">Leia o resto deste Post &raquo;</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Diálogo com um espírito mudo</title>
		<link>http://espirito.blog.br/2007/05/15/dialogo-com-um-espirito-mudo/</link>
		<comments>http://espirito.blog.br/2007/05/15/dialogo-com-um-espirito-mudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2007 13:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ylen Asor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas recordações da mediunidade dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Obsessão]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria de nós acredita firmemente que a vida é uma só. Acreditamos que a vida que vivemos hoje é a única vida que temos e pronto. Isso traz consequências dolorosas para nós. Como é grande a surpresa (e decepção) ao chegarmos ao plano espiritual, depois da morte do nosso corpo. Não raro, nos sentimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://espirito.blog.br/wp-content/uploads/2007/05/imagen.jpg" alt="mar" align="left" wspace="10" hspace="10" height="157" width="241" />A maioria de nós acredita firmemente que a vida é uma só. Acreditamos que a vida que vivemos hoje é a única vida que temos e pronto. Isso traz consequências dolorosas para nós. Como é grande a surpresa (e decepção) ao chegarmos ao plano espiritual, depois da morte do nosso corpo. Não raro, nos sentimos invadidos por uma imensa sensação de remorso por não termos aproveitado a vida da forma correta. Não se trata de &#8220;<em>aproveitar a vida</em>&#8221; exaurindo o corpo em festanças para a extenuação de nossos sentidos físicos.  A expressão <strong>Aproveitar a vida</strong> passa a ter uma conotação totalmente diversa. Significa ajudar os outros, significa não perder nenhuma oportunidade de fazer o bem.</p>
<p>Mas, além desse tipo de consequência que ocorre por nossa incapacidade de aceitar a realidade da vida após a morte, existe uma outra, e é sobre ela que quero falar hoje, através do relato de um caso ocorrido comigo recentemente.<br />
 <a href="http://espirito.blog.br/2007/05/15/dialogo-com-um-espirito-mudo/#more-47" class="more-link">Leia o resto deste Post &raquo;</a></p>
]]></content:encoded>
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