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Neste exato momento em que escrevo este texto, O Blog do Ylen conta com apenas 64 posts e quase 500 comentários. É muito comentário para pouco post.
Analisando-os, percebi algo em comum: A imensa maioria das pessoas pede ajuda para ficarem curadas da obsessão. Eu deveria ficar muito feliz com isso, já que esse foi o objetivo primário que me motivou a criá-lo.
Mas,  ocorre que não estou tão feliz assim…
O motivo é que a imensa maioria das pessoas parecem não querer prestar atenção no que dizemos, quando nos referimos ao Tratamento das Obsessões.

Falando de forma clara: Toda Obsessão Espiritual tem cura! Caso o tratamento prescrito na Casa Espírita seja seguido à risca.

O tratamento para curar uma obsessão espiritual consiste nas seguintes etapas, a serem seguidas pelo paciente:

  • Fazer uma entrevista em um Centro Espírita corretamente orientado (ou como preferem alguns, Kardecista)
  • Assistir as reuniões semanais onde se explica a moral e os ensinamentos de Jesus  e aspectos do mundo espiritual (em média, 3 por semana)
  • Receber a aplicação de Passes Magnéticos
  • Levar, para estas reuniões,  uma garrafa de água para que a mesma seja magnetizada ( ou fluidificada)
  • Todas as noites, ao dormir, ler um trecho do capitulo X do livro  O Evangelho Segundo O Espiritismo, em voz audível.
  • Iniciar a sua Reforma Moral, substituindo hábitos ruins por hábitos saudáveis (aprender a perdoar, evitar pensamentos negativos, melhorar o padrão das conversas e, sobretudo, mudar as atitudes)
  • Iniciar tarefas de ajuda ao próximo, seja de que maneira for, exercitando-se na caridade.
  • e…
  • Persistir!

Não parece tão complicado, não é?

O problema é que grande parte das pessoas querem se livrar de um processo obsessivo ( que muitas vezes foi construído ao longo de centenas de anos, de várias encarnações) em aguns poucos  dias de frequência ao Centro Espírita.

Portanto, reiteramos, não há melhor local para se tratar um processo de Obsessão Espiritual do que  na Casa Espírita. E só há uma pessoa que poder lhe curar: Você mesmo! Mas, é preciso não desistir!

Não acredite em medidas prontas ou em promessas de curas instantâneas, porque quase sempre elas, quando existem, são de curta duração. Busque modificar, para sempre, o  rumo de sua vida. Confiar em Deus, estudar a Doutrina Espírita com seriedade e raciocínio apurado, e fazer o bem são ferramentas indispensáveis para a renovação de nossas paisagens mentais.

Por fim, um aviso: Tenho acompanhado dezenas de casos de pacientes em  desobsessão e, uma coisa que vejo com frequência é as pessoas comentarem que, desde que começaram o tratamento, os seus problemas pioraram bastante. Muitos chegam a desistir por causa disso quando deveriam fazer justamente o contrário, deveriam intensificar seus esforços!!

Sabe por que existe essa “piora’ no quadro geral do paciente? É que os espíritos obsessores, ao verem que a pessoa está em vias de se libertarem deles, ficam enfurecidos, irritados, e evidentemente, redobram os esforços, no sentido de tentar impedir que a pessoa continue o tratamento e, consequentemente, venham a libertar-se deles.

Ou seja, se o seu tratamento está lhe trazendo aumento nas dificuldades, acredite, isso é um forte indício  de que, logo, logo, você vai conseguir a libertação.

Caso você tenha alguma dúvida, escreva-me!!

Abraços do Ylen!

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Amigos,

falar é fácil, escrever também não é complicado, aparentar que se é uma pessoa de bom coração, preocupada com o próximo, também não é difícil. Entretanto, tudo isso é pura bobagem. A única coisa que realmente importa é o bem que fazemos, é o quanto ajudamos a quem precisa. Neste momento, milhares de irmãos nossos estão morrendo de fome e sede. O Haiti passa por um dos maiores resgates coletivos já enfrentados pela Humanidade nos últimos séculos. Nós temos que ajudar!

Sabe qual é a coisa mais fácil do mundo a se fazer para ajudá-los?

Simples:
Feche a página deste blog, levante da cadeira, e compre algumas garrafas de água, alguns pacotes de comida (tudo é bem vindo!!) e leve a um posto de arrecadação de mantimentos em prol do Haiti.

Tem gente morrendo de fome e de sede. Você pode ajudar! Ou não pode?

Aqui, no Recife, o ponto mais central de doações é no Quartel da Polícia Militar, no bairro do Derby.

Quer informar outros pontos de doação em sua cidade? Escreva nos comentários.

Já ajudou? Deixe-nos saber! Escreva nos comentários.

Você não vai ajudar porque vai ser trabalhoso desviar do seu caminho e atrapalhar a sua rotina? Bem, não precisa escrever nos comentários…

Atualização: Conta para recebimento de depósitos

Caixa Econômica Federal
Agência 0647
Operação 003
Conta 600-1 PNUD/Haiti

Quem usa o banco do brasil pode fazer doacoes para três contas distintas:

Embaixada da República do Haiti no Brasil
CNPJ 04.170.237/0001-71
agência 1606-3
c/c 91.000-7

Unicef no Brasil
CNPJ 03744126/0001-69
agência 3382-0
conta-corrente 404700-1

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira
CNPJ 33.654.419/0001-16
Agência: 3475-4
Conta Corrente: 23.969-0

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A Obsessão é a ação persistente que um espirito mau exerce sobre um indivíduo.
Analisemos mais detidamente o que cada palavra dessa definição quer dizer: A frase refere-se a palavra Ação, o que significa que os espíritos podem agir, podem tomar decisões, podem se movimentar, podem influir nas situações e alterar o curso dos fatos.

Naturalmente, para quem não possui um conhecimento prévio sobre a vida após a morte isso parece extremamente dificil de acreditar. Entretanto, o que ocorre é que nós continuamos a viver mesmo após a morte do corpo físico. Aquilo a que chamamos Morte nada mais é do que o final da utilização da roupa que utilizamos no planeta Terra para atuar nele. Da mesma maneira que abandonamos uma roupa quando ela já está gasta demais para  nos servir, nos separamos do corpo físico quando ele não nos pode mais servir. Abandonamos o corpo físico e continuamos a viver pois somos espíritos eternos.

Mais do que vivermos após a morte do corpo físico, nós já vivíamos antes do nascimento neste planeta, o que siginifica que temos uma história. Na verdade uma todos nós temos uma longa história que trazemos conosco.
Esclarecem os amigos espirituais que todos nós fomos criados por Deus em igualdade de condições e saímos de suas mãos simples e profundamente ignorantes sobre a vida. Aos poucos, a cada vez que saíamos do mundo espiritual e nascíamos na  Terra, passávamos a aglomerar no útero materno milhões e milhões de células que, pouco a pouco, iam dando forma a um corpo humano. Nascemos, vivemos, lutamos, sofremos, descobrimos, aprendemos, crescemos, evoluímos e morremos sucessivas e milhares de vezes. A cada renascimento, nos tornamos mais complexos e menos ignorantes, o que significa que nos tornamos progressivamente mais responsáveis por nossos atos e nossas ações, ao passo que vamos recebendo maiores possibilidades sobre nosso livre-arbítrio.

Ora, se renascemos sucessivas vezes, equivale dizer que não dependemos de um corpo físico para viver e que vivemos mesmo sem termos um corpo físico. Allan Kardec criou dois termos para se referir a esses dois estados, ou seja, a vida no corpo físico e a vida fora do corpo físico, que são: Encarnado e Desencarnado.
Como parece óbvio, encarnado significa o espírito que está evergando um corpo de carne, ou seja, todos nós que vivemos sobre este planeta; Desencarnado significa todos os demais espíritos que não estão usando um  corpo físico, mais comumente chamados por Espíritos.
A distinção tem sua importância porque, na realidade, todos nós somos espíritos, independente de estarmos ou não usando um corpo material. Eu sou um espírito, você é outro e seu vizinho é outro espírito, da mesma forma que meus parentes antigos e  nossos antepassados da idade média continuam a ser espíritos. Os termos Encarnado e Desencarnado serve, dessa forma, para distinguir se estamos nos referindo a seres que habitam o mundo espiritual ou se estamos falando de pessoas como nós, vivendo na Terra.

Seguindo nossa linha de raciocínio podemos concluir que, quando morremos continuamos a nossa existência no mundo espiritual, tendo apenas abandonado a roupa carnal. Continuamos sendo quem éramos antes da morte, praticamente da mesma forma. Continuamos gostando do que gostávamos antes, amando aqueles que nos eram afetos do coração e odiando a quem odiávamos antes. A Natureza não dá saltos. Ela caminha com suavidade, degrau após degrau. Nós estamos inseridos neste contexto da mesma forma. Quando desencarnamos, se não estamos preparados para isso, vamos ter as mesmas paixões e sofrimentos e buscaremos, por sintonia automática, satisfazê-las. Caso tenhamos ódio de alguém, a primeira coisa que ocorrerá é que nós iremos nos sentir atraídos para junto desta pessoa. E é precisamente aqui que começa um processo obsessivo.

Para fins didáticos, digamos que uma pessoa tenha  feito uma grande traição e tomado valores de determinado indivíduo, deixando-o na miséria. Ora, se este indivíduo não tiver capacidade de perdoar o traidor e alimentar o ódio derivado do seu ato, a primeira coisa que sentirá vontade de fazer após a morte do corpo de carne é buscar o seu desafeto e persegui-lo, visando agredi-lo e vingar-se.

E como conseguirá atingi-lo, se estão em dimensões diferentes, um no plano espiritual e outro no plano material?
A resposta está no elo que os liga: A traição.
Um ditado antigo estabelece que onde se encontrar o devedor ai também se achará o cobrador. Com estão sintonizado no mesmo canal do débito e da dor, será através dele que o espírito traído conseguirá agir, conseguirá influir no campo espiritual do traidor. Quando devemos a alguém estabelecemos uma vinculação natural quanto automática com nosso credor. Essa vinculação irá permitir que, pouco a pouco, as energias do cobrador desencarnado se “acomodem ” na atmosfera psíquica do devedor, que passará então a sentir a sua influência, envergando agora o papel de obsediado.
Ant

A segunda palavra que deve nos chamar a atenção na definição da Obsessão, que inicia esse tópico, é “persistente”. Em nosso exemplo, o espírito que foi traído raramente irá conseguir se vingar rapidamente do seu desafeto. Seja porque seu ódio não diminui, seja porque ele não consegue o sucesso esperado na agressão almejada. O que mais acontece é que o desencarnado irá se sentir automaticamente atraído para junto de seu inimigo e este, somente pouco a pouco é que começará  sentir os efeitos desagradáveis de sua nova companhia. Começará a existir uma espécie de “acomodamento” com as energias do seu novo obsessor, com citamos acima, e a cada dia, o obsessor passará a ver a sua influência sobre o obsediado aumentar. Caso o obsessor não seja ajudado, esclarecido e desista de sua vingança, ele continuará a perseguir o seu desafeto por muito tempo, ou seja, compersitência, até atingir a sua meta.

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Muito prazer, Obsessor ao seu dispor!

Muito prazer, Obsessor ao seu dispor!...

Acho que já está mais do que na hora de apresentar esse ilustre desconhecido, do qual tanto falamos neste blog… Sendo assim,  vamos lá!

É muito comum encontrarmos pessoas que vão às casas espíritas buscar ajuda, dizendo-se vítimas de espíritos maus que os estão perseguindo. Isso parece lógico para quem faz tal afirmativa. Ora, ela está sendo perseguida, logo, é a vítima. E se um espírito está está prejudicando ela, então ele é mau, é ruim…

Será que as coisas são tão simples assim? Será que nós somos sempre as vítimas,os inocentes e os espíritos que nos perseguem são sempre os bandidos, os maus da história?

A resposta é um sonoro não. Nós, espíritas, evitamos chamar o obsessor de “espírito mau”. Damesma forma que evitamos chamar o obsediado de “vítima”.
Os termos que usamos para designar o Obsessor são: Espírito atrasado, ignorante, perturbado.
O motivo disso está, em última instância, na chamada Lei de Ação e Reação que estabele que cada ação irá gerar uma reação. Assim, a “vítima” de hoje normalmente está sofrendo a reação de suas ações cometidas no passado, contra aquele espírito que a persegue nos dias de hoje.

Não seria justo dizer de uma pessoa que fez mal a outra que ela é uma vítima, só porque está sendo perseguida hoje pelos erros que praticou no passado.
Por outro lado, nem todo espírito obsessor é verdadeiramente mau. Ao contrário, a grande maioria de obsesores não passam de criaturas que foram profundamente agredidas no passado e, por não tendo condições espirituais nem emocionais  para perdoar seus carrascos, cristalizaram o ódio de tal forma dentro de si que,  após morrerem, buscaram vingança.

Os obsessores são, na maioria das vezes, espíritos em busca de vingança. Não são seres à parte da Criação nem diabos ou demônios. Longe disso, são seres humanos como todos nós, com sentimentos, emoções, aspirações, desejos, famílias, entes queridos e tudo o mais. O fato de estarem desencarnados, sem as limitações que o corpo físico impõe, é o que lhes dá liberdade para agirem e se locomoverem pelo espaço e principalmente, junto de seus desafetos.

Pessoas que tiveram seus sonhos de amor destroçados, criaturas que foram assassinadas, esposas que foram humilhadas por seus maridos, homens traídos por suas mulheres, filhos maltratados por seus pais, amigos que enganaram aos seus pares, escravos animalizados por seus senhores de engenho, e mais um sem número de seres humanos engrossam o contingente dos que foram agredidos ontem e se tornaram os obsessores de hoje.

A vida quase sempre nos dá permite escolher. Às vezes preferimos cultivar o ódio e o desejo de vingança e nos esquecemos que o melhor caminho seria o perdão e a busca pelo esquecimento do mal sofrido. Quando perdoamos aquele que nos fez mal, estamos lucrando duplamente. Primeiro, nos permitimos seguir em frente e não ficamos presos em momento de nossas vidas, que logo se tornará passado e, segundo, evitamos cultivar as energias densas e cancerígenas do ódio, que nunca traz nada de bom para ninguém.

A pessoa, qualquer pessoa,  que foi prejudicada por outrem e que opta pelo desespero, pelo ódio e  pela vingança, é um candidato potencial a se tornar um Obsessor após a sua morte. Na outra ponta temos que qualquer pessoa que faça o mal a outrem, seja ele que for, é um potencial candidato a tornar-se obsediado em um futuro breve ou distante.

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Eu reconheço: às vezes é muito díficil aceitar algumas informações sobre o mundo espiritual. O assunto sobre o qual trato neste artigo é um deles. Lembro quantas vezes li com ceticismo algumas informações que encontrava em livros espíritas, muito deles de autores notadamente reconhecidos por dedicados estudiosos do Espiritismo como sendo confiáveis.

Mas, em nenhum momento eu errei ao agir assim, com desconfiança. Ao  contrário, é exatamente esta a maneira como devemos proceder em relação a toda e qualquer informação espírita: com ceticismo, submetendo-a ao crivo da lógica, da coerência, da razão, enfim!  Allan Kardec era adepto desta filosofia a tal ponto que recomendou enfaticamente: Melhor é desprezar nove verdades que aceitar uma única mentira!

Isto dito, em forma de alerta a todos os que me lêem neste blog, passo a descrever uma das técnicas mais comumente usadas pelos espíritos perturbados , visando agredir aqueles a quem obsediam.

Um obsessor busca sempre causar dor e sofrimento àquele a quem ele obsedia. Eu evito propositalmente  utilizar o adjetivo vítima para descrever a pessoa que sofre uma perturbação espiritual.

A razão disso é clara: A vítima de hoje, foi o agressor de ontem. Um obsessor, na maior parte dos casos, está buscando vingança pelo mal que foi feito a ele. Dessa forma, chamar a pessoa que sofre hoje, de vítima, seria  no mínimo uma maneira imprecisa de se referir à situação, além de uma injustiça. Assim, chamamos de Obsessor aquele espírito que persegue, que agride, persistentemente a outrem. E, chamamos de obsediado aquele espírito que está sendo perseguido, agredido por um espírito.

O obsessor, em sua sede de vingança, inúmeras vezes se alia com outros espíritos que vibram na mesma sintonia de ódio, e com eles troca informações recebendo e repassando conhecimento, sempre tendo em mente melhor perturbar e agredir.

Uma maneira muito comum encontrada por tais espíritos perseguidores para causar dor, doença e sofrimento no obsediado, é colocar junto a ele um outro espírito doente. A sabedoria popular chama isso de “Encosto” e, de fato, nada poderia descrever melhor essa situação.

O obsediado que está com esse “Encosto” , passará, paulatinamente, a absorver as energias doentias do espírito que foi colocado junto dele e, dessa forma, mais dias, menos dia, o seu próprio corpo espiritual,  encharcado-se dessas energias, irá começar a enfermar. Ou seja, trata-se de uma verdadeira bomba fluídica que irá explodir os tecidos perisipirituais do obsediado trazendo-lhe doenças e sofrimentos.

Somente isso bastaria para nos trazer o esclarecimento sobre a origem de doenças que acabam surgindo praticamente do nada, de uma hora pra outra, sem antecedentes genéticos ou ambientais que pudessem explicar tal fato.

Entretanto, há mais um detalhe em tal técnica, qua não podemos deixar passar despercebido: Muitas vezes, a pessoa que é vitimada por tal técnica obsessora passa a sentir todos os sintomas de tal ou qual doença mas os médicos e os exames jamais detectam a doença em seu corpo. Nestes casos, os médicos costumam dizer que é tudo da cabeça da pessoa, é “psicológico“.
De fato, há várias doenças que nada mais são do que somatizações de conflitos psicológicos. Mas, nem tudo é psicológic0. Muita coisa nem é material nem da cabeça da pessoa: É espiritual, mesmo!

Para concluir, cito um exemplo para melhorar materializar nosso tema: Em uma  de suas obras, o meu muito querido autor espiritual, Manoel Philomeno de Miranda em companhia de outro espírito, o Dr. Bezerra de Menezes, visita uma mulher que está enferma de Lepra, ou Mal de Hansen, em um leito de uma cela imunda.
A descrição da cena é dolorosa,  ainda que surpreendente: Dr. Bezerra esclarece que a pobre mulher, com suas pústulas abertas e fétidas, não é verdadeiramente portadora do bacilo Mycobacterium leprae , e que logo ficará boa.
Isso ocorrerá, diz ele,  porque o espírito leproso que foi colocado junto a ela será removido, desligando-o do perispírito da paciente. Desta forma, livre da influência dos fluidos pútridos da desarmonizada criatura, e após passes magnéticos para ajudar em sua recomposição, ela voltará a gozar de saúde novamente...

Dito de outra forma: Basta remover o espírito doente de perto da obsediada, que a doença deixará de se manifestar (Importante esclarecer aqui que os passes magnéticos são vitais para dispersar os fluidos remanescentes e renová-los…)

Isso também esclarece muitos dos “milagres” que ocorrem nos centros espíritas e que, como nós espíritas costumamos dizer, de milagre não têm nada. Trata-se apenas de ajuda espiritual que é ministrada, tanto ao obsediado, esclarecendo-o e exortando-o ao perdão, quanto ao obsessor, amando-o, esclarecendo-o e encaminhando-o a novas oportunidades de aprendizado.

Assim, uma vez livre de tais “encostos(que são conduzidos a hospitais no plano espiritual para atendimento), o obsediado fica curado, como num passe de mágica, como num milagre…

Finalmente, o conselho mais importante de todos: A melhor defesa contra a obsessão é o exercício do amor, da prece diária e sentida, do trabalho dedicado ao bem e, sobretudo, do perdão àquele que hoje nos quer mal.

Abraços, do Ylen!!

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Você tem 30 minutos do seu valioso tempo para parar, sentar confortavelmente em uma cadeira e ver este vídeo?

E depois, pode me dizer o que você vai fazer após tê-lo visto?

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Hanna - A menina que criou a FUndação Joaninha

Hanna - A menina que criou a Fundação Joaninha

Créditos: UOL
Link original: http://tvuol.uol.com.br/#view/id=a-historia-de-caridade-da-menina-hanna-04023460CC816366/user=k66fa08a6jo6/date=2009-10-26&&list/type=tags/tags=95498/edFilter=all/

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lagrima-bebe2A vida é a mesma. Os objetos são os mesmos. As pessoas que passam, são as mesmas… Os eventos, as situações, o colorido de tudo… é o mesmo. A diferença está dentro de nós. Quando estamos felizes com a vida, tudo se enche de cor, de alegria, de entusiasmo!

Mas…

Quando a dor nos visita, a tristeza nos assola e o desespero instala-se em nossos corações… então… como é doloroso viver…

Todos nós passamos por “Altos”.  Todos nós passamos por “Baixos”.

Também é assim comigo. Claro.

E, hoje, quando estava orando, lembrando de agradecer a Deus por minha vida, lembrei de mim mesmo… Anos atrás… tanta dor… tanta tristeza!

sad-babyAs perspectivas não existiam, o dinheiro havia sumido, as dificuldades eram tão grandes! Cortaram a minha luz. Depois, cortaram a minha luz, de novo!  E a água? Como viver sem ter água?? Caminhava para o trabalho, muitas vezes a pé por não ter a passagem do ônibus… Dias em que chegava trêmulo e suado para trabalhar, atravessando o dia entre lágrimas disfarçadas, com o estômago vazio… claro, não havia dinheiro para o almoço também… Duro foi a noite em que, voltando pra casa caminhando, faminto, desesperado, chorando, vi ao meu lado um carro… dentro dele, o amigo traidor que forjou a minha demissão da antiga empresa… As lágrimas rolavam em borbotões e eu só conseguia fazer uma coisa: Agradecer a Deus por estar vivendo aquele momento. Eu sabia que era coincidência demais! E orei pelo meu algoz…

Ah! como é bom perdoar! Perdoar a vida, perdoar aqueles que nos traíram!

Que alívio!

Sabe, aprendi uma coisa na vida: Tudo, absolutamente tudo, passa.

bebe_sorrindoEm um instante, a dor vira sorriso, o desespero vira confiança, a inquietação vira conforto, o sofrimento transforma-se em esperança e angústia vai embora permitindo o florescer da perspectiva!

Não deixar o desespero enegrecer a oportunidade que Deus estava me dando de resgatar meus atos, me testar, me amadurecer… era a minha preocupação. E nunca é fácil. Dói, dói demais ver aqueles a quem amamos, sofrer… Mas Deus jamais nos desampara. Sabe, Ele jamais nos deixa sozinhos.

E, quando a dor nos visitar e sofrimento for tão grande que nossos olhos não puderem represar as lágrimas, te peço que ores. Ores e agradeças a Deus por tudo. E peça ajuda.

A ajuda virá. Ela sempre vem!

E saibas que tudo vai passar! E, logo, voltarás a sorrir.

bebe-rindoHoje, o sorriso voltou aos meus lábios. E eu lembrei que você poderia estar precisando ler essas palavras, e ouvir alguém dizer que não estás sozinho.

Que Jesus seja o teu companheiro na nova estrada que agora palmilhas.

Abraços, muitos abraços,  do Ylen!

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rab_clip_image015Há mais de 30 anos, a ciência vem estudando as chamadas EQMs, ou Experiências de Quase Morte. O fenômeno é descrito por pessoas que estiveram em situações graves que envolviam paradas respiratórias, ou estado de coma profundo.

Como se sabe, o nosso cérebro não suporta mais do que pouquíssimos minutos sem oxigenação, sob o risco de graves e irreversíveis lesões. Ocorre que crianças, adultos, jovens, idosos, homens e mulheres, de quaisquer credos religiosos ou vinculações políticas, relatam uma série de fenômenos que, de acordo com a nossa percepção de tempo, consumiriam horas para que fossem vivenciado completamente, enquanto tais pessoas, em sua maioria, ficaram apenas alguns poucos minutos sem batimento cardíaco.

Há, na maioria das vezes, um padrão de fenômenos que são relatados por tais pessoas. A maioria descreve:

  1. Ter saído do seu corpo físico e ser atraída por uma luz forte, brilhante e muito agradável
  2. Passar por um túnel de luz
  3. Encontrar um ou mais seres de luz que os conhecia profundamente, sabia de todos os seus defeitos e erros e, não obstante, os amava profundamente, sem os criticar jamais
  4. Rever toda a sua vida, diante de seus olhos, desde os menores acontecimentos do dia-a-dia, até os sentimentos que suas atitudes causaram nas outras pessoas
  5. Receber informações dos seres de luz sobre a sua missão na Terra
  6. Ser convencido a voltar ao corpo físico,para completar a sua missão, o que a maioria das pessoas relata não quererem mas que acabam aceitando por entenderem ser mesmo necessário.

Nunca ouvi falar de uma pessoa que tivesse vivenciado, genuinamente, um Experiência de Quase Morte e não tenha se transformado profundamente, tornando-se uma pessoa melhor, mais amorosa e mais confiante na vida.

Foi por passar por uma experiência não de EQM, mas de saída do corpo físico, que deixei de professar a religião dos meus pais e, mais tarde, me tornar espírita.

eqmTalvez esse relato seja útil para alguém que lê este Blog do Ylen, e é em função disso que a descrevo, rapidamente:

Aos 17 anos, creio eu, morávamos em uma casa no Recife, que somando-se o calor do verão pernambucano a uma casa com pouca ventilação e telhas do tipo Brasilit, tornava as noites bem desconfortáveis, principalmente para quem não gostava de ventiladores, como eu. Como alternativa, eventualmente eu optava por dormir no terraço de nossa casa, que era muito mais arejado e ventilado.

Foi justamente numa dessas noites que o fenômeno ocorreu comigo. Creio que por volta das 03h00 eu despertei sentindo meu corpo ser percorrido por ondas de vibrações contínuas. A vibração era tão forte que eu me espantei de não estar no meio de um terremoto. Rapidamente tentei me levantar, ainda assustado, e percebi que não conseguia me mexer.

O susto logo se transformou em desespero e à medida que eu me agitava, menos me mexia e mais forte ficava a vibração que sentia. Isso durou cerca de um minuto, ao fim do qual eu finalmente consegui mexer a minha cabeça pro lado esquerdo.

Foi ai que o desespero se transformou em pavor. Ao mexer a minha cabeça pro  lado, vi que a cabeça do meu corpo continuava rígida, imóvel. Virei a cabeça pro outro lado, vi tudo que estava daquele lado e, ao mesmo tempo, via minha cabeça fixa, imóvel, voltada para o teto.

Naquele momento compreendi que estava morto. Me desesperei por ter morrido assim, de uma hora pra outra, sem mais nem menos, sem aviso, sem presságios, sem ter vivido o que achava que deveria.

Morrer, sem estar preparado, é muito desesperador. Me senti muito, muito  mal.

Mas a vibração não cedia e em meu desespero pus-me a gritar. Gritei desesperadamente por vários minutos, a plenos pulmões. O barulho que eu fazia era muito grande mas o som não saia por minha garganta.

Continuei gritando creio que, no total, por uns 3 a 4 longos, infindáveis minutos, até que finalmente algo que não sei explicar aconteceu, me senti acoplado ao corpo físico, e os meus gritos, ou melhor, os meus berros foram ouvidos pela casa toda. Não, pela vizinhança toda. Na verdade, acho que acordei a rua inteira…

Meus pais acordaram com meus gritos de socorro e, ao verem que não se tratava de ladrão ou algo assim, e recebendo meu relato atabalhoado de que me sentia ter morrido, resolveram fazer uma oração.

A oração que meus pais fizeram, notadamente a minha mãe, foi para repreender e afastar o diabo, que, segundo ela, estava querendo aprisionar o seu filho…

Não sei e o tal do diabo a que ela tanto se referia escutou sua repreensão, só sei que passei 3 meses sem que o fonômeno se repetisse…

… Três meses passados, assunto esquecido, resolvi dormir novamente no mesmo lugar. Foi ai que mudei minha maneira de encarar a vida, completamente.

Pela madrugada, novamente acordei sentindo  uma vibração impressionante percorrer o meu corpo e, ao tentar me levantar, o meu corpo físico permaneceu imóvel. Me mexi livremente mas o meu corpo permanecia ali, sem reação, como se nada tivesse comigo.

Dessa vez, reagi de forma completamente diferente. Ora, eu sabia que não havia morrido da primeira vez, então, provavelmente não morreria agora, então resolvi aproveitar pra entender aquilo.

Tendo o raciocínio claro, explorei o ambiente ao meu redor, deitei novamente, me levantei, me cerfiquei que não estava sonhando, que meu corpo estava ali e que eu não era o  meu corpo.

Pronto, isso me bastava. Eu não era o meu corpo e ali estava sobrevivendo sem ele. Isso só me dizia uma coisa: Existe vida além do corpo físico e, portanto, além da morte deste!

Senti o fenônemo esmaecer, deitei, senti o corpo reacoplar, e levantei-me.

Mais tarde, chamei meus pais, expliquei o que havia ocorrido e os fiz compreender que, a partir daquele momento, eu não mais fazia parte da religião deles, que pregava o Juízo final e o aniquilamento completo da vida após a morte do corpo físico.

Foi um choque pra eles. Algo que nunca aceitaram. Até hoje. O que é um pena.

Tempos depois, encontrei um grupo de pessoas que estudavam os fenômenos de Projeção do Corpo Astral, ou seja, a saída do corpo físico e, no grupo, me impressionou o relato de uma moça, originária de Garanhuns, que havia escapado por pouco de ser internada em um manicômio.  A sua “loucura” era relatar que saia do corpo e que via espíritos quando estava fora dele. Sorte sua ter encontrado o grupo de estudos sobre o tema. O manicômio perdeu uma cliente que, sendo sadia, certamente ali enlouqueceria.

Mais tarde conheci o Espiritismo e pude estudar com mais detalhes e aprofundamento o fenônemo que nem é tão raro assim, sendo comumente chamado pelo Espíritas de Desdobramento.

Como mensagem final, deixo o pedido para que tenhamos uma mente aberta para observarmos os fenômenos da vida sem idéias preconcebidas, com uma postura de estudo e de curiosidade sadia, para que possamos colher os frutos  que o Pai nos oferta e que podem transformar profundamente as nossas vidas.

Abaixo, um vídeo que aborda um pouco o fenômeno de EQM. (Caso o vídeo não funcione, clique no link abaixo:

http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=pesquisadores-investigam-a-experiencia-de-quasemorte-04023572C4C17346/user=65k9fo807g7i/date=2009-07-20&&list/type=tags/tags=16686/edFilter=all/


Abaços do Ylen!

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90068-61Em conversa recente com uma pessoa conhecida, Psicóloga Transpessoal, abordávamos questões sobre as causas das distonias mentais. Nessa conversa, ela me chamava a atenção para um fator que muitas vezes me passou despercebido, que muitos de nós ignoramos, mas que possui um enorme peso no que tange á edificação de seres livres de doenças mentais.

Passo, assim, a falar sobre o assunto incluindo a sua valiosa contribuição.

Na etiologia das doenças mentais, isto é, no estudo das causas das doenças mentais, além daquelas  que já tratamos em artigos anteriores neste blog, precisamos considerar a importância que o amor exerce.

Imaginemos um espírito que encontra-se no limiar do desajuste emocional. Para nosso exercício mental, podemos esboçar uma criatura que passou por muitas dificuldades em sua vida, por muita dor e sofrimento e passou a nutrir a revolta e o desespero em si mesmo.

Imaginemos agora que essa mesma criatura, após o seu desencarne, recebe a oportunidade de renascer. Consideremos, então, o quanto é decisiva esta encarnação para este espírito.

Caso este espírito seja envolvido em amor, em carinho, compreensão, os seus pais estarão fortalecendo-o, dissipando, pelo amor, as matrizes da revolta e do sofrimento.

Por outro lado, se este espírito, esta criança, é tratada sem a força transformadora do amor, é desprezada, não amada ou, pior, agredida em seus sentimentos, teremos o surgimento do desequilíbrio que estava latente, desestabilizando esta criatura dolorosamente, e instalando-se assim as doenças mentais.j0316973

Portanto, reiteramos a força do Amor como instrumento terapêutico e sua ausência como fator indutor das distonias mentais e a importância da dedicação dos pais, do seu carinho e compreensão, na construção de filhos e seres saudáveis mentalmente.

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Envolvido, ultimamente, em pesquisas sobre transtornos mentais e a visão do Espiritismo em tais casos, lembrei de minha infância. Morando em um bairro da  periferia do Recife, posso dizer que ali, tínhamos praticamente um novo linguajar. Talvez até, em alguns casos, um dialeto. Palavras iguais tinham conotação diferente e palavras diferentes muitas vezes exprimiam as mesmas coisas.

Um desses casos envolvia o significado das palavras LoucoMaluco e Doido.

Para nós, Louco era o sujeito ousado, irresponsável com o perigo e que colocava a sua vida em risco. Algo como andar pelas ruas calmíssimas de nosso pacífico bairro após as 23 horas…

Maluco era o sujeito que não atentava com as suas responsabilidades, que vivia curtindo a vida, fazendo coisas engraçadas, chocantes, usava tatuagens, brincos, etc.

E Dloucooido, bem, doido era o Roberto. Aliás, todos o conhecia pelo seu nome completo: O Doido Roberto. Filho de um casal que possuia 23 filhos, sobrevivendo de forma miraculosa em um estado de miséria lamentável, Roberto era um doido gente boa. Não falava coisa com coisa e quando falava, falava sozinho. Dialogava consigo, numa conversa que não cabia estranhos. Vagava o dia inteiro pelas ruas e portava uma saúde invejável no que tange ao corpo físico. Não consigo recordar se alguma vez o soube doente. Quase sempre alegre, prestativo, inofensivo, pacato mesmo, fazia parte da cultura de nossa rua. Quem não conhecia Roberto, o Doido, certamente era novato na área.

Mas, uma coisa chamou-me a atenção muitos anos após a minha saída daquele bairro. Cerca de 20 anos depois de tê-lo visto pela última vez, resolvi matar um pouco a saudade da infância e visitar os amigos que havia deixado.

Não encontrei muitos, é verdade. A maioria havia morrido. Assassinados das mais variadas formas. A violência nossa de cada havia levado muitos sonhos embora. Lembrei-me do filme Os Gritos do Silêncio, que tanto marcou minha infância-quase-adolescência. As ruas mudaram pouco e a miséria apenas permitiu a construção de casas de tijolos, sem acabamento. A sensação, inegavelmente, foi de aperto no peito.

De longe, avistei o Doido Roberto. Aproximei-me, desfrutando das lembranças que cada metro daquele chão me trazia, quando sou surpreendido com a voz clara e alegre:
- É Jair é? Eita, é Jair!! - E pulou de alegria, ao passo que me estendia a mão, com a inocência dos que não têm idade...

A atitude de Roberto me deixou surpreso. Mesmo!

Como podia ele, tão alheio, tão desligado, tão… Doido do juízo, identificar-me 20 anos depois? Eu havia crescido, aumentado de peso, modificado rosto, expressões, forma de pentear o cabelo…

Roberto era doido. Mas, eventualmente, era muito sensível. Como nesse caso, trazia à mente de forma vívida a alegria de reconhecer velhos amigos. Sim, amigos, porque sempre tive por ele o respeito da verdadeira compaixão. Pareceu-me muitas vezes, que ele não era doido completamente, e sim apenas parcialmente, como se ali estivesse aprisionado num corpo que apenas não funcionava muito bem.

Fiquei feliz em ser recepcionado com  alegria pelo Doido Roberto…

Só mais tarde pude compreender isso melhor. Quando aprendi que há uma separação entre corpo e alma, foi que pude perceber tudo mais claramente.

Muitos espíritos que abusaram de sua capacidade intelectual, mental, acabam por optar (sim, optar, escolher) renascer em um corpo com debilidades mentais. Outros renascem compulsoriamente, por não apresentarem condições de escolha.De uma ou de outra forma, importa que temos assim a loucura proveniente de um cérebro com mal funcionamento, com lesões orgânicas, o que a medicina diagnostica facilmente através de exames adequados.

Entretanto, um dos grandes mistérios da psiquiatria e das ciências mentaisé esclarecer como pode um cérebro fucionalmente sadio, absolutamente normal do ponto de vista anátomo-funcional, ser portado por um louco?

A Psicologia, Psiquiatria, Fisiologia e Biologia certamente não o podem explicar. A miopia dos homens que acreditam que a Ciência deve curvar-se  ao preconceito, imposto pelo materialismo, os impedem de investigar a causalidade dessas patologias. Investigar profundamente.

Muitos espíritos que não foram responsáveis com o seu patrimônio mental ou que levaram outros seres à loucura, ao desespero, ao extremo do sofrimento, acabam por danificar o seu próprio corpo espiritual.

Essa lesão impede o seu funcionamento correto,como é óbvio. Óbvio também que, uma vez reencarnado, mesmo recebendo um corpo plenamente sadio, oriundo da herança genética dos seus pais biológicos,  este espírito reencarnante terá disfunções mentais.

E assim, temos uma pessoa com problemas mentais mesmo possuindo um cérebro perfeito. Enigma insolúvel da ciência materialista, engima resolvido com simplicidade pela Ciência Espírita.

Voltando ao Doido Roberto, queremos crer que o seu corpo físico, nesta encrarnação, está recebendo os fluidos deletérios do seu corpo espiritual, responsável pelo seu desequílibro mental e, oxalá, na próxima ele seja, apenas, Roberto.

E que tenhamos um profundo respeito por todos, que na atual encarnação, estão se submentendo à dura provação do reequilíbrio mental.

Abraços do Ylen!!

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