Hoje à noite, em nossa reunião espírita, abrindo o livro Vinha de Luz, do espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, nos deparamos com a mensagem que transcrevo abaixo.
Mas porque eu estou falando isso em vez de, simplesmente, inserir aqui a mensagem?
Por que horas antes, havíamos conversado longamente com um amigo, o Hilder, da Bahia que, por esses motivos que a vida não revela com facilidade, abordamos muitos assuntos e questionamentos que, quando não estamos conscientes da Grandeza de Deus, Nosso Pai Criador, acabam pro nos levar por um caminho equivocado e sem vida.
Nós temos uma finalidade nesta vida. Cada uma de nossas encarnações neste planeta recebeu o aval de pelo menos um amigo espiritual que se comprometeu a nos ajudar a superar os obstáculos a que elegemos como meta nesta encarnação.
Por isso, lembremos sempre, somos de Deus. E ele, sempre espera por nós, de braços abertos e sorriso franco. Sejamos bem vindos de volta à Casa do Pai.
SOMOS DE DEUS

“Nós somos de Deus.” – João (I JOÃO, 4:6.)
Não nos é fácil desvencilharmos dos laços que nos imantam aos círculos menos elevados da vida aos quais ainda pertencemos.
Apesar de nossa origem divina, mil obstáculos nos prendem à idéia de separação da Paternidade Celeste.
Cega-nos o orgulho para a universalidade da vida.
O egoísmo encarcera-nos o coração.
A vaidade ergue-nos falso trono de favoritismo indébito, buscando afastar-nos da realidade.
A ambição inferior precipita-nos em abismos de fantasia destruidora.
A revolta forma tempestades de ódio sobre as nossas cabeças.
A ansiedade fere-nos o ser.
E julgamos, nesses velhos conflitos do sentimento, que pertencemos ao corpo físico, ao preconceito multissecular e à convenção humana, quando todo o patrimônio material que nos circunda representa empréstimo de forças e possibilidades para descobrirmos nós mesmos, enriquecendo o próprio valor.
Na maioria das vezes, demoramo-nos no sombrio cárcere da separação, distraídos, enganados, cegos…
Contudo, a vida continua, segura e forte, semeando luz e oportunidade para que não nos faltem os frutos da experiência.
Pouco a pouco, o trabalho e a dor, a enfermidade e a morte, compelem-nos a reconsiderar os caminhos percorridos, impelindo-nos a mente para zonas mais altas. Não desprezes, pois, esses admiráveis companheiros da jornada humana, porquanto, quase sempre, em companhia deles, é que chegamos a compreender que somos de Deus.
Emannuel
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