Arquivo de setembro 2007


Fonte: espitirinhas.blogspot.com ( Visite o site do Wilton Pontes )

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Curiosamente, após ter escrito o último post sobre a agressão sofrida por um médium por um espírito, me deparei com a situação que irei relatar agora:


Uma pessoa próxima, de meu círculo de relacionamento familiar, começou a queixar-se de uma dor de cabeça muito forte que havia começado um aou duas horas atrás.
A dor estava aumentando e incomodando tanto que ela já estava acreditando que tratava-se de uma enxaqueca.

Perguntamos se ela poderia descrever a dor que sentia, já que tínhamos o intuito de ajudar, seja verificando a possibilidade de ministrar algum analgésico ou mesmo fazendo uma prece, caso se tratasse de algo com origem espiritual.

A resposta não ajudou muito já que ela disse apenas que a dor era muito forte e predominantemente de um lado da cabeça, apenas.

Oferecemos um analgésico mas ela sugeriu a aplicação de um passe magnético, primeiro. Assentimos e assim procedemos.

Antes de aplicarmos o passe, que nesses casos deve ser dispersivo para, justamente, dispersar quaisquer acúmulos fluídicos, fizemos uma prece. Procedimento natural já que, dessa forma, podemos pdir a ajuda dos bons espíritos que se interessam por nós e trabalham no Bem, auxiliando indistintamente quantos possam ou precisem de sua ajuda.

Não havíamos concluído a prece quando a moça nos deu a entender que havia um espírito ali e que ela iria permitir que ele se expressasse. Concordamos e aguardamos o que estava por vir, confiantes em Deus e nos bons espíritos.

O espírito que se apresentou estava tremendamente perturbado, agitado, inquieto e mal abriu a boca já tentou nos agredir verbalmente com palavrões. Respondemos em tom firme que não permitiríamos que ele procedesse daquela forma e que respeitasse o ambiente em que estava.
Ele não gostou mas, de qualquer forma, não voltou a fazê-lo.

Passamos então a nos preocuparmos com o seu estado de saúde. pareceu-nos óbvio que a dor de cabeça que a paciente estava sentindo tinha origem na influência que aquele espírito, ele sim com forte dor de cabeça, estava transmitindo.

O seu nome é Geraldo. A situação logo se esclareceu, ao menos para nós, uma vez que ele não compreendia, sequer, que o seu corpo de carne já havia falecido.

Resumidamente, eis a sua história:
Geraldo era dado a farras e usava algum tipo de substância que alterava a sua percepção da realidade. Não sabemos se usava drogas, especificamente, ou se a causa era a bebida alcoólica exagerada. Não importa. Importa que ele possuia um automóvel e foi dentro desse automóvel que ele desencarnou, após um acidente de trânsito.

Ocorre que a família da paciente, sem jamais poder imaginar, adquiriu esse mesmo veículo que, após reparado, estava á venda em uma concessionária.

Interessante notar que a moça (ou médium ou paciente, como queiram), havia percebido que quase toda vez que entrava nesse tal veículo, tinha sensações desagradáveis, incômodas e, até mesmo, dores de cabeça.

Uma vez ue havíamos compreendido a situação, com tato e paciência, buscamos ajudá-lo.
Primeiro, direcionamos energias magnéticas para ele, buscando ajuda espiritual para aliviar sua forte dor de cabeça. Graças ao trabalho da equipe espiritual, conseguimos.

O segundo passo foi tentar conscientizá-lo, caso isso não representasse um choque grande demais para ele.
Não foi muito fácil.
Procuramos mostrar-lhe que a perturbação e confusão que sentia era decorrente da situação.

Aos poucos, ele passou a relatar que estava vendo um corpo na “geladeira” (do IML). E perguntou: Então eu morri?
- Não, respondi. O seu corpo morreu. Você está vivo, aqui, falando comigo.

Neste instante, pela misericórdia Divina, tivemos a intuição de perguntar por sua mãe. Ele reagiu de forma ríspida:
- Deixe a minha mãe fora disso, viu? – Respondeu-me.

Esclareci que não tinha  a intenção de ofendê-la. Apenas de lembrá-lo da imagem de alguém que o amava. Em poucos minutos, espontanêamente, ele relatou que a sua mãe estava ali.

E, tão naturalmente como chegou, partiu. Acompanhado por sua mãezinha e por amigos espirtuais rumo a um hospital no plano espiritual, para que pudesse se refazer do perído de tanto sofrimento e perturbação.

E quanto à paciente?

Levantou-se e disse:
Simplesmente, passou. Não sinto mais nenhuma dor de cabeça.

Ah! se os médicos deste planeta levassem em conta o mundo espiritual em seus diagnósticos, quantos casos de patologias inexplicadas não seriam solucionadas…

Que nos abençoe Jesus, O Terapeuta de nossas vidas.

Abraços do Ylen.
 



 

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O telefone tocou. Do outro lado, uma vozinha infantil suplica: Corra até nossa casa que minha mãe está com uma dor insuportável.

Fiz o que pude para chegar rápido. No caminho, me  veio a idéia de que, talvez, se tratasse de um episódio mediúnico mas, como o Espiritismo me tem ensinado, prudência no trato das coisas materiais e espirituais é sempre de bom tom. De qualquer forma, busquei o auxílio da prece.

Chegando à casa, encontrei a paciente, digamos assim, deitada na cama sem conseguir se mover. Como a dor era realmente muito grande, o que era visível pela expressão em seu rosto, o primeiro impulso que tive foi sugerir atendimento médico de urgência em um Hospital mais próximo mas, ao perguntar desde quando a dor havia começado, a mulher, que possui uma grande sensibilidade mediúnica, me disse:

” Foi há dus horas atrás. Eu estava passando pelo centro da cidade, em uma loja apinhada de gente, quando um velho, de aparência desagradável, sujo e com uma expressão perturbada no rosto colocou a mão nas minhas costas. Eu virei pra ele, reclamei com ele e me afastei contrariada. A partir desse momento fui começando a sentir uma dor que só fez aumentar desde então”.

Minhas suspeitas pareciam se confirmar. Perguntei se poderíamos fazer uma prece, o que ela aceitou de bom grado. Oramos enquanto eu pedia ajuda de amigos espirituais, que estão sempre dispostos a auxiliar qualquer um de nós, desde que os busquemos através da prece.

Apliquei-lhe um passe magnético, ou seja, procurei mentalizar a transmissão de energias calmantes e analgésicas para a médium, que permanecia deitada.

Em breves minutos, através da médium, uma entidade feminina apresentou-se irritada, demonstrando profunda contrariedade, reclamando a nossa interferência e dizendo que quase havia conseguido.

- Conseguido o quê? – Perguntei a ela.
- Ora! Matá-la! Usando o velho eu consegui enfiar uma faca nas costas dela!

Informei-lhe que a faca seria retirada naquele instante, o que de fato já havia sido feito pelos amigos espirituais que haviam utilizado as nossas energias para, em conjunto com as energias deles, retirado a faca que, de fato, havia.

Ela esbravejou e praguejou, como é natural ocorrer nesses caso. buscamos esclarecê-la, sem muito sucesso. Trata-se de uma perseguição de longo curso. Tratava-se de uma entidade feminina que era apaixonada pelo marido da médium e não aceitava que ele tivesse outra esposa. O caso já vinha de outras encarnações, aproximadamente 150 anos atrás.

Uma perseguição dessas, naturalmente, não se desfaz em passes de mágicas. Há de se ter muita paciência, oração e tolerância, além, é claro, de correção de atitudes em todos os setores da vida.

Oramos, agradecendo o auxílio espiritual. Voltamos a aplicar passes na médium mas, dessa vez, com o intuito de dispersar quaisquer restos de fluidos mal-sãos que porventura houvessem ficado ainda impregnando o seu perispírito.

A Entidade afastou-se.

A Médium levantou-se, caminhou e disse:
- Passou. Não sinto mais nada.

E ainda tem gente que não acredita na influência dos Espíritos em nossas vida…

Que Deus nos Abençoe.

Abraços do Ylen.

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