Arquivo de maio 2007
Sempre me chamou a atenção a situação de crianças que desencarnam. Como elas reagem a isso? Há dor, sofrimento? E a saudade dos pais e dos familiares? As crianças compreendem que morreram, ou como preferimos dizer, compreendem que desencarnaram?
O Espírito André Luiz psicografou, através das abençoadas mãos de Chico Xavier, alguns livros relatando o mundo espiritual e sua experiência nesse mundo. Cita, em um deles, o caso de várias crianças que são cuidadas por um espírito feminino, de grande docilidade e que, mais tarde, fiquei sabendo tratar-se de Meimei, uma doce mulher que desencarnou em meados do século passado, muito nova.
Para não me alongar muito, devo dizer que esse tema me veio a mente em função da lembrança de um episódio ocorrido comigo há alguns anos atrás, em minha casa.
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Depois de dar uma boa olhada na foto ao lado, se alguém perguntar se você já viu algum espírito, a resposta será sim!.
Esta foto (clique nela para ampliá-la) me foi enviada pelo amigo Eduardo Barros, do Recife. Eduardo é um pesquisador da TCI – Transcomunicação Instrumental, que analisa as comunicações dos espíritos através de aparelhos (instrumentos) tais como: Gravadores, computadores, televisão, etc.
Conta-me ele que a imagem acima foi realizada em uma pizzaria, no bairro da Madalena, no Recife, em uma máquina fotográfica digital, quando da comemoração do aniversário de casamento da pessoa que está em primeiro plano. Ao verem as fotos no dia seguinte, as pessoas ficaram impressionadas, o que é natural. Entregaram-na a ele. Imediatamente, nosso amigo Eduardo Barros pediu que amigos do laboratório de Física da Universidade Federal de Pernambuco avaliassem a foto para verificar se havia alguma fraude.
Diagnóstico feito, resposta dada: “Não há evidências de que a imagem tenha sido manipulada.”
Traduzindo: Trata-se da foto de um espírito (ou fantasma, como queira).
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A maioria de nós acredita firmemente que a vida é uma só. Acreditamos que a vida que vivemos hoje é a única vida que temos e pronto. Isso traz consequências dolorosas para nós. Como é grande a surpresa (e decepção) ao chegarmos ao plano espiritual, depois da morte do nosso corpo. Não raro, nos sentimos invadidos por uma imensa sensação de remorso por não termos aproveitado a vida da forma correta. Não se trata de “aproveitar a vida” exaurindo o corpo em festanças para a extenuação de nossos sentidos físicos. A expressão Aproveitar a vida passa a ter uma conotação totalmente diversa. Significa ajudar os outros, significa não perder nenhuma oportunidade de fazer o bem.
Mas, além desse tipo de consequência que ocorre por nossa incapacidade de aceitar a realidade da vida após a morte, existe uma outra, e é sobre ela que quero falar hoje, através do relato de um caso ocorrido comigo recentemente.
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Publicado por Ylen Asor e arquivado em Mensagens
“E a caridade é esta:
que andemos segundo os seus mandamentos.
Este é o mandamento, como já desde o principio
ouvistes; que andeis nele.”
- João. (II JOÃO, 6.)
Em todos os lugares e situações da vida, a caridade será sempre a fonte divina das bênçãos do Senhor.
Quem dá o pão ao faminto e água ao sedento, remédio ao enfermo e luz ao ignorante, está colaborando na edificação do Reino Divino, em qualquer setor da existência ou da fé religiosa a que foi chamado.
A voz compassiva e fraternal que ilumina o espírito é irmã das mãos que alimentam o corpo.
Assistência, medicação e ensinamento constituem modalidades santas da caridade generosa que executa os programas do bem. São vestiduras diferentes de uma virtude única. Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.
Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o espírito de boa-vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à compreensão e ao auxílio fraternais.
Em razão disso, as menores manifestações de caridade, nascidas da sincera disposição de servir com Jesus, são atividades sagradas e indiscutíveis. Em todos os lugares, serão sempre sublimes luzes da fraternidade, disseminando alegria, esperança, gratidão, conforto e intercessões benditas.
Antes, porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida, pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação e a redenção de nós mesmos. Trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e agirmos, segundo os ensinamentos do Divino Mestre, no Evangelho. É a caridade de vivermos verdadeiramente nEle para que Ele viva em nós. Sem esta, poderemos levar a efeito grandes serviços externos, alcançar intercessões valiosas, em nosso benefício, espalhar notáveis obras de pedra, mas, dentro de nós mesmos, nos instantes de supremo testemunho na fé, estaremos vazios e desolados, na condição de mendigos de luz.
Emmanuel
Livro: Vinhas de Luz – Mensagem 110 – Páginas 233 e 234 – Emmanuel – Psicografia de Chico Xavier.
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Publicado por Ylen Asor e arquivado em Mensagens

De modo geral, um problema surge à frente e consideramo-nos para logo batidos pela aflição. Não raro, contornamo-lo através da fuga deliberada. Noutras ocasiões, antes de arrostá-lo, resvalamos em desânimo ou rebeldia. E lá se vai a oportunidade da promoção.
Às vezes, nós – espíritos eternos – perdemos sucessivas reencarnações, simplesmente pelo medo de facear certas dificuldades justas e necessárias ao nosso burilamento.
Problemas, no entanto, constituem o preço da evolução.
Não há conhecimento sem experiência e não há experiência sem provas.
Em todos os níveis da Natureza prevalecem semelhantes princípios. O embrião da planta vive na semente um problema fundamental: como atravessar o envoltório que o resguarda, para construir o seu próprio caminho na direção da luz? A lagarta enfrenta outro: onde encasular-se para ser a borboleta?
Não fossem os desafios e exercícios da escola, a cultura, tanto quanto a civilização seriam tão-somente idéias remotas no campo da Humanidade.
Não te amedrontes ante os problemas que te visitem. São eles recursos naturais da existência, medindo-te a capacidade de adaptação e crescimento.
Nunca te certificarias se possuis bastante reservas de coragem, sem o obstáculo que te ensina a decifrar os segredos da auto-superação, e jamais saberias se realmente amas, sem a dor que te ajuda a desentranhar os mais puros sentimentos do coração.
Problemas são sinônimos de lição. Se tens o caminho repleto deles, isso significa que chegaste à madureza de espírito, com a possibilidade de frequentar simultaneamente vários cursos de aperfeiçoamento no educandário do mundo.
Bendize o ensejo de testemunhar a tua abnegação e a tua fé, porque todo momento de compreender e perdoar, auxiliar e edificar, é hora de aprender e tempo de progredir.
Emmanuel
Psicografada por Francisco Cândido Xavier
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